DA GOIABEIRA PARA O STF? EU ACREDITO!

“Quero ver a senhora no STF, ministra Damares.” “Damares no STF!” (Mensagens de bolsonaristas nas redes sociais defendendo a indicação da ministra fundamentalista Damares para o STF).

“Campanha por Damares no STF chega a gabinetes da Corte.” (Mônica Bergamo, jornalista da Folha de São Paulo).

Em um governo que já nomeou um semianalfabeto para ministro da Educação; que já nomeou um general-paraquedista para ministro da Saúde; que já nomeou um condenado por crime ambiental para ministro do Meio Ambiente; que já nomeou um militar para a “Casa Civil”; que já nomeou um nazista para a Secretaria de Cultura, com direito a performance ao vivo; que já nomeou um negro racista para presidir a Fundação Palmares; que já nomeou um coronel do Exército para presidente da Funarte, qual a incoerência em nomear a Damares para ministra do STF?

O lobby dos fascistas já vem rolando nas redes sociais e agora a jornalista Mônica Bergamo nos informa que a campanha já chegou aos gabinetes da Suprema Corte. Não duvidem do Bolsonaro. Até porque a dita cuja é “terrivelmente evangélica” e “terrivelmente fundamentalista”. Bolsonaro seria capaz de nomeá-la até mesmo para esculachar o STF. Pelo que esse governo já fez e ainda faz, não seria nenhum absurdo a nomeação da ministra fundamentalista para a Suprema Corte. Portanto, não duvidem do que Bolsonaro é capaz de fazer para destruir e denegrir as instituições.

SEGUNDO PESQUISA, SÓ LULA PODE VENCER BOZO

Pesquisa realizada pelo PoderData, do site Poder 360 e publicada ontem, mostra que Lula é o único candidato que poder derrotar Bolsonaro na eleição presidencial de 2022. De acordo com a pesquisa, Lula e Bolsonaro aparecem empatados com 41% das intenções de voto em um eventual segundo turno.

No primeiro turno, Bolsonaro aparece em primeiro lugar, com 35% das intenções de voto, seguido de Lula, com 21%. Os números da pesquisa mostram ainda Sérgio Moro em terceiro com 11% das intenções. Mandetta aprece em quarto lugar, com 5%, seguido de Doria com 4%. Ciro Gomes e Flávio Dino aparecem logo depois, ambos com 3% das intenções de voto. Brancos e nulos somaram 11% e 7% não sabem em quem votar.

A pesquisa mostra ainda que Bolsonaro vence todos os candidatos em segundo turno, com exceção de Lula, em que é registrado um empate em 41%. Em outros cenários de segundo turno, a pesquisa mostra que Bolsonaro venceria Haddad por 45% X 38%; Moro por 40% a 37%; Ciro por 48% a 33% e Doria por 45% a 32%. A pesquisa foi realizada entre 14 e 16 de setembro, com 2500 entrevistados em 459 municípios de todos os Estados e no Distrito Federal.

Lula, por enquanto, permanece inelegível. Isso, até o julgamento, pelo STF, da parcialidade de Moro no julgamento que tirou o petista da disputa em 2018. Se o STF decidir pela parcialidade de Moro e o processo contra Lula for anulado, ele voltará a ser elegível. Toda pesquisa eleitoral reflete o momento e tudo pode mudar. Mas até aqui nenhum outro candidato de esquerda ou alguma chamada “terceira via” do centro foi capaz de mostrar robustez para enfrentar o bolsonarismo nas urnas.

Se essa tendência permanecer, mais uma vez a eleição estará nas mãos do Judiciário. E a decisão do Supremo poderá ser antecedida de ameaças golpistas, tuítes de generais e latidos fascistas pelo fechamento da Corte. Fiquemos atentos não só aos números, mas também ao comportamento da súcia fascista.

RESPOSTA AO ATAQUE DE BOLSONARO AOS PROFESSORES

“Para eles tá bom ficar em casa, por dois motivos: primeiro eles ficam em casa e não trabalham, por outro colabora que a garotada não aprenda mais coisas, não volte a se instruir.” (Jair Bolsonaro, sobre os professores que encontram-se trabalhando no ensino à distância, em sua live de 17 de setembro de 2020).

Mais uma vez Jair Bolsonaro volta os seus canhões para aqueles que sempre atacou e considera inimigos: os professores. Dessa vez o sujeito, com o ódio que lhe é característico, afirmou que “os professores gostam de ficar em casa porque não trabalham.” O absurdo de Bolsonaro foi proferido quando defendia o retorno das aulas presenciais e acrescentou que já combinou com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, o retorno às aulas.

A afirmação de Bolsonaro é mais uma ofensa, é mais um desrespeito aos professores. Temos visto relatos de professores se desdobrando para preparar aulas, tentando superar todo tipo de adversidade. Muitos professores contraíram a Covid-19. Outros adoeceram de outras enfermidades. Tivemos notícias de docentes que faleceram durante a pandemia, vitimados pelo coronavírus. E Bolsonaro, ainda assim, não deixa de atacar e ofender a categoria profissional que sempre odiou.

Dizer que os professores, por uma questão de emergência sanitária, estão gostando de ficar em casa porque não trabalham é mais uma afirmação criminosa, odiosa e que merece resposta. Porque os professores, em alguns casos, estão trabalhando muito mais do que antes. E, ao contrário do que disse o capitão que foi expulso do Exército, os professores estão fazendo de tudo e para que os alunos aprendam e se instruam.

Seria bom Bolsonaro dizer o que fez quando ainda estava no quartel, antes de ser defenestrado, pelo esgoto, do Exército. Seria bom Bolsonaro dizer o que ele e seus filhos fizeram todo esse tempo na política, além de enriquecerem e empregarem funcionários fantasmas. Qual o “trabalho” de Bolsonaro no Exército, além de planejar lançar bombas em quartéis? E qual foi seu trabalho como deputado? Quantos projetos de lei aprovados? E agora, como Presidente, o que tem feito para combater a pandemia? O que tem feito pelo meio ambiente? O que tem feito para enfrentar o desemprego, a queda do PIB, o aumento dos preços?

Bolsonaro, engula o ódio que você tem dos professores e comece a trabalhar para resolver os graves problemas da saúde, da economia, da educação e do meio ambiente, porque os fatos mostram que você é que sempre foi um vagabundo!

“PORRADA NA BOCA” ACABA EM PIZZA

O procurador-geral de Bolsonaro, Augusto Aras, acaba de arquivar pedido de investigação contra Jair Bolsonaro. Em agosto, Bolsonaro ameaçou um jornalista do jornal O Globo, quando foi perguntado pelo profissional de imprensa sobre o depósito de 89 mil feito pelo miliciano Queiroz na conta de Michelle Bolsonaro. Na ocasião Bolsonaro disse ter vontade de encher a boca do repórter de “porrada”. Não foi só ameaça. Foi incitação à violência. Porque se Bolsonaro não encheu a boca do repórter de porrada, suas palavras estimularam a sua súcia fascista a fazê-lo.

A justificativa de Aras ao mandar a denúncia para o forno: Bolsonaro não podia ser investigado porque o ato que cometeu não estaria relacionado ao exercício da Presidência e por isso ele teria imunidade.

Essa linha, na verdade, é muito tênue. Pergunta-se: quando Bolsonaro é Bolsonaro e quando Bolsonaro é Presidente? Ele já convocou e até participou, como Presidente, de atos públicos que pediam o fechamento do Congresso e do STF. Nessas, ocasiões, era o Bolsonaro ou a pessoa jurídica de direito público “Presidência da República” que atacava as instituições democráticas?

No dia da ameaça ao jornalista, Bolsonaro estava em um evento público perto da Catedral de Brasília, cercado de seguranças. E se fosse o contrário? Se um cidadão qualquer tivesse ameaçado Bolsonaro? Ele seria enquadrado na Lei de Segurança Nacional? Ou , naquele momento, não era o “Presidente no exercício de suas funções” que estaria sendo ameaçado? Um Presidente só exerce suas funções quando está despachando do gabinete?

Fica então a pergunta: se Bolsonaro tivesse sido o ameaçado, o procurador do Bolsonaro teria o mesmo entendimento? Fala aí Aras!

SUPERMERCADO É SAQUEADO NO RJ

“Um supermercado foi saqueado na tarde desta terça-feira, no bairro Santa Luzia, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. De acordo com informações preliminares, um grupo indignado com o aumento do preço de alguns produtos invadiu o estabelecimento, roubou mercadorias e quebrou as vidraças do local.” (“O Dia” on line, publicado em 15 de setembro de 2020, às 20 horas e 4 minutos). 

Tomara que estejamos errados, mas parece que começaremos a ter saudades daqueles vídeos que mostravam a entrada dos clientes em dias de promoções do aniversário do supermercado Guanabara. Nesses vídeos, víamos pessoas se acotovelando, se machucando, sendo derrubadas, em uma disputa quase que “olímpica” para aproveitar, ao máximo, as promoções. Porém, todas em condições de entrar e pagar.

Ontem, dia 15 de setembro, foi registrado um saque a supermercado no município de São Gonçalo, Rio de Janeiro. O alvo dos saqueadores foi uma filial do supermercado Rede Economia. Os vídeos dos saques foram divulgados no Twitter, através da conta “Rio de Nojeira”.

A disparada dos preços, não apenas do arroz, teria sido o motivo do ataque. Pior: e se ações desse tipo passarem a ser comuns? Desemprego, pandemia, redução pela metade do auxílio emergencial e um governo que não se entende (ou finge não se entender) em relação a políticas sociais que garantam uma renda que dê um mínimo de dignidade a todos os brasileiros.

Abaixo, um dos vídeos que mostra o estabelecimento comercial após o ataque:

QUEM TOFFOLI QUIS BLINDAR?

“Toffoli arquiva todos os inquéritos da delação de Cabral.” (O Globo, 16 de setembro de 2020, página 8.)

Já dissemos em outra oportunidade e repetimos: Dias Toffoli, que recentemente deixou a presidência do STF, teve uma gestão nefasta e medrosa diante do bolsonarismo. Ele paralisou as investigações contra Flávio Bolsonaro e, quando se pronunciou sobre os ataques que a própria Corte que presidia sofreu por parte de extremistas da direita, o fez de forma tímida e protocolar. Nada além disso.

E, “aos 45 do segundo tempo”, tomou outra medida que mostra que ele não queria que algumas coisas fossem adiante. Toffoli decidiu arquivar todos os inquéritos da delação do bandido Sérgio Cabral. Ao todo, eram 12 inquéritos de delação que foram assinados com a Polícia Federal. As delações de Sérgio Cabral já haviam sido homologadas por Edson Fachin. Agusto Aras, o procurador bolsonarista da República, também pediu que os 12 inquéritos fossem arquivados.

Curiosa e coincidentemente, na pilha de inquéritos arquivados, havia acusações a juízes do STJ, a membros do Tribunal de Contas da União e também a parlamentares. Foi o último presentão dado por Toffoli a alguns membros da toga e do Legislativo, que agora respiram aliviados com o arquivamento.

Enquanto isso, só para não cair no esquecimento, delações hoje comprovadamente mentirosas foram aceitas e até divulgadas por um ex-juiz às vésperas da eleição de 2018. E todos sabem qual foi a finalidade dessa imundície em 2018. Mas ali “valia tudo”. Ao final, esse mesmo ex-juiz, depois de usado, foi ruminado e cuspido por aquele para o qual usou a toga e o beneficiou.

Fica agora a pergunta: quem Toffoli quis blindar ao determinar o arquivamento da delação de Cabral? Se um dia viermos a saber a resposta a essa pergunta, o estrago já estará feito. E a lei, como sempre, já não terá sido para todos.

PEDRO FERNANDES SERÁ DEMITIDO!

“O governador interino Cláudio Castro definiu substituições em quatro secretarias estaduais, e convidou o ex-deputado Comte Bittencourt para a Educação.” (O Globo on line, notícia publicada à 17 horas e 58 minutos de 14 de setembro de 2020).

Pedro Fernandes, preso desde a semana passada, não será mais o secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro. No lugar do agora presidiário Pedro Fernandes, o governador interino (e investigado) Cláudio Castro já convidou o deputado estadual Comte Bittencourt para ocupar a Secretaria de Educação.

Comte Bittencourt é deputado estadual pelo PPS. Já foi vereador e secretário Muncipal de Educação de Niterói. Foi candidato a governador em 2018, na chapa de Eduardo Paes, que perdeu para o agora defenestrado governador Wilson Witzel.

Comte Bittencourt tem outra credencial: ele também é professor. Torceremos muito para que ele nunca se esqueça disso, caso aceite o convite para comandar a Educação do sofrido Estado do Rio de Janeiro.

BOZO EFETIVARÁ GENERAL COMO MINISTRO DA SAÚDE

Há exatos quatro meses sob intervenção militar, o Ministério da Saúde vem sendo comandado pelo general-paraquedista Eduardo Pazuello desde maio, quando o médico Nélson Teich, não aceitando servir como um mero “cartório” de Bolsonaro, demitiu-se do cargo de ministro. Mas Eduardo Pazuello aceitou fazer esse papel. Pazuello é general da ativa e nomeou vários outros militares para cargos técnicos, consumando a intervenção militar na Saúde.

E Pazuello vem “cumprindo o seu papel”: seja minimizando a pandemia, seja não utilizando verbas para combatê-la e ainda colocando a sua digital na liberação da cloroquina, medicamento sem comprovação científica de sua eficácia no coronavírus.

Agora, quando o Brasil já ultrapassa as 130 mil mortes pelo coronavírus, Bolsonaro decidiu que efetivará o general no cargo de ministro da Saúde. E o general, mais uma vez, aceitou. Ele deixará de ter o status de “interino” e tomará posse como efetivo nesta quarta-feira, 16 de setembro. O que significa que, na prática, o Brasil permanecerá sem ministro da Saúde diante da maior crise sanitária em 102 anos.

O Brasil não merece. As Forças Armadas não merecem. E a história, uma mestra implacável, cobrará.

APOSENTADO MANDA GUEDES “TOMAR VERGONHA”

Imagem acima: reprodução da página 19 de O Globo, 15/09/2020.
Imagem acima: o aposentado Luiz Teixeira. Ele publicou vídeo denunciando a covardia que o governo pretende fazer contra os aposentados, dizendo que “aposentadoria não é favor” e mandou Guedes “tomar vergonha”.

“Guedes, toma vergonha! O aposentado merece respeito!” (Luiz Teixeira, aposentado, em vídeo que divulgou aos amigos em 14/09/2020 contra o congelamento das aposentadorias por dois anos)

Ontem recebi um vídeo do meu amigo Luiz Teixeira. Luiz Teixeira é muito conhecido na região da Leopoldina, no Rio de Janeiro. É um cara muito simpático e brincalhão. Mas ontem Luiz Teixeira, em seu vídeo, demonstrava sua total indignação e revolta por mais uma covardia que o governo Bolsonaro quer fazer: congelar, por dois anos, os vencimentos dos aposentados e pensionistas do INSS para, às custas de mais sacrifícios desses já sacrificados brasileiros, ele possa custear o seu programa Renda Brasil, o atual Bolsa Família, mas que o próprio Bolsonaro chamava de “bolsa-farelo para manter o PT no poder.”

O vídeo do amigo Luiz Teixeira, que é aposentado, é uma voz indignada e desesperada contra mais esses crime que o governo neofascista de Bolsonaro, através de seu ministro-banqueiro Paulo Guedes, pretende cometer. E é também um alerta aos mais jovens. Tenho contato com muitos jovens e quase todos pensam que nunca irão envelhecer. Há alguns até que pensam que nunca irão morrer. E o amigo Luiz Teixeira, em seu vídeo, faz uma admoestação a esses que, um dia, também terão que viver de aposentadoria e que hoje fazem pouco caso das bandeiras dos aposentados.

Bolsonaro e seu ministro-banqueiro Paulo Gudes são mesmo covardes e cruéis. Eles querem tirar dos aposentados, que trabalharam e pagaram por um benefício, que não é favor, para que o Renda Brasil seja pago aos mais pobres. Note-se que Bolsonaro não fala em tirar os recursos para o Renda Brasil dos grandes lucros dos bancos. Ou das grandes fortunas. Ou das grandes heranças. Esses são até cada vez mais beneficiados. Bolsonaro anuncia essa covardia criminosa no mesmo dia em que acenou com a vontade de perdoar 1 bilhão de dívidas das Igrejas das quais seus donos, além de picaretas, são seus aliados. Chama atenção também o tempo de congelamento das aposentadorias e pensões: dois anos. Tudo para coincidir com o tempo eleitoral.

A pretensão criminosa de Bolsonaro, no entanto, depende de aprovação do Congresso, visto que o reajuste de aposentadorias é um direito previsto na Constituição. Portanto, a consumação de mais esse crime pelo governo Bolsonaro, sob a batuta do ministro-banqueiro Paulo Guedes, dependerá da cumplicidade do Congresso Nacional em aprovar uma desumana, covarde e criminosa proposta de emenda constitucional. Nosso amigo Luiz Teixeira pede para que pressionemos os parlamentares a não darem apoio a essa covardia contra os aposentados. Eles trabalharam. Eles pagaram por um direito que é constitucional. E que Bolsonaro e Guedes, covarde e criminosamente, querem surrupiar.

“Guedes, toma vergonha! O aposentado merece respeito!” – disse Luiz Teixeira no final de sua mensagem.

Abaixo, o vídeo de nosso amigo Luiz Teixeira:

“DOUTOR BUMBUM” CANDIDATO A VEREADOR!

Bolsonaro não tem partido. No entanto, há vários partidos bolsonaristas. E um desses partidos bolsonaristas é o Patriota. E é exatamente por esse partido apoiador de Bolsonaro que Denis Cesar Barros Furtado, vulgo “Doutor Bumbum”, pretende concorrer a uma vaga de vereador pelo Rio de Janeiro.

O “Doutor Bumbum”, que certamente dirá em sua campanha que “Deus está acima de todos”, não tem currículo e sim folha corrida. Ele é réu por homicídio doloso, acusado de matar uma mulher em um procedimento ilegal, e tem vários processos pela prática irregular da Medicina.

O “Doutor Bumbum” tem uma vasta folha corrida, que vai desde homicídio, passando por porte ilegal de arma, crime contra a administração pública e violação de domicílio. Ele teve o seu registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina.

Agora o “Doutor Bumbum” quer se reerguer tentando se eleger vereador pela cidade que já foi a vanguarda política do Brasil. Ele sabe que o eleitor carioca há muito que virou um pascácio que acredita em qualquer picareta. Principalmente se falar em “Deus” e dizer que “vai combater a corrupção”. Como falou o Crivella, atolado em acusações de corrupção. Como falou a Cristiane Brasil, aliada de Bolsonaro presa. Como falou a Flordelis. Como falou o Flávio, aquele das “rachadinhas”.

Se conseguir se eleger, o que não é impossível em se tratando do que o eleitor carioca tem sido capaz de fazer, certamente o “Doutor Bumbum” usará um novo slogan, até para fortalecer, divulgar e popularizar a sua marca: “Eta povinho bunda!”