VÍDEO: BOZO DIZ QUE “CAGOU PARA A CPI”

Em seu inigualável estilo olavista-escatológico, Jair Bolsonaro afirmou, em vídeo postado no dia de ontem, que “cagou para a CPI”. O “presidente” usou ao vivo e a cores, para todo o Brasil, o termo chulo ao afirmar que não responderia às perguntas que a CPI do genocídio enviou para ele. A CPI apenas queria saber do “presidente” o que ele tinha a declarar sobre as denúncias feitas por Luís Miranda na comissão. Se Bolsonaro, cada vez mais acuado, não queria responder, bastava dizer “nada a declarar”. Porém, numa afronta às instituições e desrespeitando um Poder da República, e sob os risos do ministro-astronauta, Bolsonaro preferiu dar como resposta: “Caguei, caguei para a CPI!” Assistam ao “espetáculo” de baixaria e falta de compostura do “Presidente da República” no vídeo abaixo:

REPUDIAMOS A NOTA AMEAÇADORA DOS MILITARES

A nota assinada pelo ministro da Defesa, general Braga Netto, e pelos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica, é uma ameaça à democracia e, por isso, merece todo o nosso repúdio. O senador Omar Aziz, presidente da CPI do Genocídio, ao falar em “lado podre” das Forças Armadas, não generalizou. Apenas estava querendo indicar que as Forças Armadas também possuem o seu lado podre, como em qualquer profissão ou atividade. É evidente que também existe o lado podre do Congresso, do Judiciário, do Ministério Público, das Polícias, etc.

Quando vemos militares (inclusive da ativa) metidos em transações nebulosas com vacinas, evidentemente esses militares não representam as Forças Armadas. Quando vemos generais da ativa ameaçando o STF em véspera de julgamento, esses militares não representam as Forças Armadas. Quando vemos um almirante que presidiu a Eletronuclear ser preso, esse almirante não representa as Forças Armadas. Quando vemos um sargento da Aeronáutica traficando cocaína no próprio avião presidencial, esse sargento não representa as Forças Armadas. Quando vemos militares do Exército matarem com 80 tiros um músico e um catador desarmados, então esses militares não representam as Forças Armadas. Militares que atentam contra a democracia, que foram torturadores (como Ustra), que estão envolvidos com milícias, que defendem golpe, que defendem a volta do AI-5 também não representam as Forças Armadas. Todos esses formam sim o lado podre das Forças Armadas.

O senador Omar Aziz, em seu pronunciamento, até exaltou os bons militares, que certamente formam a maioria. O que os comandantes das Forças Armadas não podem é ameaçar uma instituição como o Senado, e nem a CPI. A profissão ou atividade de cada um não faz com que a pessoa seja impoluta e há banda podre em todas as atividades e profissões, inclusive nas Forças Armadas. O Senado Federal e as demais instituições não se devem deixar intimidar pela nota das Forças Armadas. Pena que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não tomou a atitude que deveria tomar, que seria a de repúdio à nota ameaçadora. Nunca vimos nomes de tantos militares, de altas e baixas patentes, envolvidos ou citados em tantas falcatruas e isso é resultado da “militarização” do governo Bolsonaro, que está totalmente aparelhado. Já passou da hora de os militares voltarem para os quartéis e cumprirem a sua estrita missão constitucional. Portanto, em nome da democracia e dos bons militares, repudiamos completamente as ameaças das Forças Armadas às instituições e ao Estado Democrático de Direito!

SERÁ QUE AGORA ARAS SE ASSUME COMO PROCURADOR?

Bolsonaro afirmou ontem que indicará André Mendonça, que ele considera “terrivelmente evangélico”, para a vaga que será aberta no STF. Com isso, o procurador-geral da República Augusto Aras, que sonhava com a indicação, viu seu sonho virar pó. De nada adiantaram as blindagens feitas por Aras aos crimes de Bolsonaro. De nada adiantaram os engavetamentos feitos por Aras de tudo o que pudesse ser contra Bolsonaro. De nada adiantou o puxa-saquismo servil de Aras a Bolsonaro, porque Aras perdeu a indicação para o pastor fundamentalista.

Toda a atuação de Aras, pelo menos até o dia de ontem, foi no sentido de “engavetar” tudo o que pudesse contrariar Bolsonaro. Ele foi, até aqui, um verdadeiro “engavetador-geral” da República, como aqueles dos tempos dos governos tucanos. Mas parece que, depois que foi preterido por Bolsonaro e viu que seu puxa-saquismo de nada adiantou, Aras enfim vai assumir de fato a função para a qual foi indicado. Hoje já chega a notícia de que Aras, ao contrário do que pretende Bolsonaro, disse que os Correios não podem ser 100% privatizados, pois contraria a Constituição. Disse Aras:

“A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos –ECT– até poderia ser cindida, com a desestatização da parte da empresa que exerce atividade econômica”.

Segundo a afirmação de Aras, que já encaminhou sua consideração ao STF, a Constituição não permite a prestação indireta dos serviços postais e também do correio aéreo nacional. Ao contrariar Bolsonaro, depois de ver seu sonho de se tornar ministro do STF ir por água abaixo, Aras finalmente parece que deu algum sinal de que mostrará um mínimo de independência.

Pode ser uma contrapartida para o país. Se, por um lado, teremos um fundamentalista religioso no STF, por outro abrem-se as esperanças de que poderemos não ter mais um procurador da República subserviente ao Executivo. E se isso, em si, já é importante, será muito mais com o avanço da CPI do genocídio, em que o procurador-geral da República terá papel fundamental nas denúncias dos crimes de Bolsonaro e sua gangue miliciana. Será que agora, finalmente, Augusto Aras deixará de blindar Bolsonaro e irá se assumir como procurador da República?

FASCISTAS INFILTRADOS NAS MANIFESTAÇÕES

Imagem acima: fascista infiltrado nas manifestações, com o “A” do anarquismo escrito de forma errada. O fascista ainda usa câmera profissional e coturno.

As manifestações contra o governo Bolsonaro já estão nas ruas de todo Brasil e uma das coisas que já havíamos alertado e que sabíamos que ocorreria era a infiltração de fascistas para promover tumultos, vandalismo e desqualificar as manifestações, tentando ligá-las a extremistas e baderneiros. E foi exatamente esse recurso rasteiro que os fascistas a serviço do Bolsonaro utilizaram e o próprio Bolsonaro colocou em suas redes sociais vídeos de cenas protagonizadas pelos infiltrados.

Mas os fascistas infiltrados são tão imbecis que deixaram evidentes sinais de que o vandalismo isolado ocorrido em São Paulo no último sábado foi produzido por eles e não pelos manifestantes anti-Bolsonaro. E a foto acima é a prova disso. Primeiro, ao pretenderem associar o vandalismo a “anarquistas”, fizeram a pichação errada do símbolo do anarquismo. A letra “A” do anarquismo pichada na porta de uma agência do banco Santander não é a letra “A” usada pelos anarquistas, porque no “A” que simboliza o anarquismo, o traço vai além das duas pernas, cortando a letra. Além disso, o “A” do anarquismo é envolvo por um círculo, o que não foi feito pelos fascistas infiltrados. Os verdadeiros anarquistas jamais escreveriam o “A” que simboliza o movimento de forma errada. Em segundo lugar, a foto mostra um agente fascista com uma câmera profissional, filmando sua própria ação, o que chega a ser risível. E ainda mais: percebe-se nitidamente que o fascista infiltrado usa coturno, calçado específico de militares. Claro que tudo isso não é coincidência.

Nas próximas manifestações deve-se ficar muito atento aos infiltrados, que certamente retornarão. E, após as manifestações, seria bom divulgar fotos como a que ilustra esse texto. Os fascistas continuarão infiltrando-se nas manifestações e a farsa deve ser mostrada, pois os criminosos são eles o governo que defendem e não os manifestantes.

A “PEGADORA” DE MARIDOS

Barraco no chiqueiro bolsonarista. Oswaldo Eustáquio, blogueiro bolsonarista que cumpre prisão domiciliar, entrou em atrito com a mulher que sobe na goiabeira para ver Jesus, a ministra impoluta dos costumes, Damares Alves. Oswaldo Eustáquio relatou a existência de um caso amoroso entre a ministra que defende “a família, a moral e os bons costumes”, com Humberto Lúcio Lima, que é casado. Seguindo os passos do filho 04 do capitão fascista, que é o “pegador do condomínio”, a ministra, caso a afirmação do próprio blogueiro aliado de Bolsonaro se confirme, já pode ser chamada de “pegadora de maridos”. Ao que parece, a ministra que sobe na goiabeira também é especialista em “pular muros”.

O suposto escândalo envolvendo a ministra Damares já repercutiu nos meios influentes do bolsonarismo, a ponto de o guru tupiniquim de Bolsonaro, o empresário-pastor Silas Malafaia, ter afirmado que, caso o escândalo seja confirmado, Damares deve ser demitida do governo. Segundo as revelações do blogueiro bolsonarista, o caso extraconjugal teria levado à destruição da família do amante de Damares. Tudo, certamente em nome de Deus, da família e dos bons costumes. Dá-lhe Damares!

O “NEGACIONISMO” TEM NOME: CORRUPÇÃO!

“Se tem rabo de jacaré, boca de jacaré, olho de jacaré, cabeça de jacaré, como é que não é jacaré”? (Leonel Brizola).

Depois da estrondosa revelação feita pelos irmãos Miranda na CPI do genocídio, agora estamos entendendo melhor o tal “negacionismo” criminoso de Bolsonaro e sua gangue miliciana. O tal negacionismo tem nome e se chama mesmo é corrupção. Primeiro, Bolsonaro nega a vacina como um todo, dizendo que quem a tomasse viraria jacaré. Depois, afirma que iria nascer barba nas mulheres que tomassem o imunizante. Tudo isso falando para o seu gado asinino, facilmente manipulável e profundamente ignorante. Mas por detrás de todo esse discurso estúpido dirigido à sua boiada, havia um “negócio da Índia”.

Lembram-se quando Bolsonaro disse que não compraria a Coronavac, que era ele que mandava e o general submisso obedecia? Não foi só. Além de não comprar a Coronavac, já ficou provado que Bolsonaro ignorou mais de 50 e-mails da Pfizer, não querendo negociar o imunizante, mesmo que aprovado pela Anvisa.

Mas Luis Miranda (o deputado) e Luis Ricardo Mirranda (o servidor público) contaram tudo. Na negociação subterrânea e cheia de suspeitas da Covaxin não houve qualquer óbice. Os irmãos Miranda falaram até de uma “pressão atípica” para a compra da Covaxin e ela já estava sendo negociada em tempo recorde, mesmo sem ainda ter sido aprovada pela Anvisa. E por um preço super-super faturado, sem contar que teve como intermediária uma empresa conhecida pelas suas falcatruas. O que mudou? Será que de uma hora para outra o governo Bolsonaro passou a acreditar na vacina? Mas os irmãos Miranda disseram também que foram falar para Bolsonaro da negociata que acabaria em grande mamata, no que Bolsonaro retrucou dizendo que “era rolo do Ricardo Barros”. Ricardo Barros, o impoluto do Centrão, nada mais é do que o líder do governo na Câmara dos Deputados.

Se a negociação (ou seria negociata?) da Covaxin tem cara de corrupção, tem boca de corrupção, tem cabeça de corrupção, tem rabo de corrupção e tem olho de corrupção então, lembrando a metáfora do jacaré que era falada por Brizola, só pode ser corrupção. Bolsonaro soube de tudo e não denunciou aos órgãos competentes. Só o fez três meses depois, quando os irmãos Miranda (diga-se de passagem, bolsonaristas), espalharam a merda no ventilador.

E novamente Bolsonaro se contradiz e aquele “machão” vira um camundongo. Disse o Bozo: “não sei de tudo o que acontece nos ministérios”. Verdade? Mas onde está aquele tal “serviço particular de informações”, que o genocida dizia possuir e falou, com todas as letras, na reunião dos fascistas aloprados de 22 abril de 2020, para todo o Brasil ouvir? Cadê o “SNI particular” do Bozo que não disse a ele as podridões do Ministério da Saúde nos tempos do general-ministro? Ele também não sabia da propina de 1 dólar por dose? Cadê o serviço de informações particular do qual ele tanto se gabava e dizia que funcionava?

Já passou a fase de falarmos apenas em “negacionismo”. Na verdade, o que está parecendo é que o negacionismo, além de ser um discurso para anestesiar a sua boiada de apoiadores ignorantes, era mesmo uma ponte para a corrupção. Porque, se tem cara, olho, boca, cabeça e rabo de corrupção, então só pode mesmo é ser corrupção!

PESQUISA IPEC: LULA DISPARA NA PREFERÊNCIA

A pesquisa IPEC divulgada nesta quinta-feira, 24 de junho, aponta que, se as eleições presidenciais fossem hoje, Lula venceria no primeiro turno. A pesquisa mostra Lula à frente do fascista-genocida com larga vantagem. Lula aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro, em queda livre, aparece com apenas 23%. É mais do que o dobro dos votos de Bolsonaro, o que na gíria eleitoral também pode ser chamado de “capote”. Os demais presidenciáveis são meros figurantes. Basta dizer que o terceiro colocado, Ciro Gomes, tem apenas 7% da preferência do eleitorado.

A mesma pesquisa mostra o alto índice de desaprovação ao governo Bolsonaro, que é considerado ruim ou péssimo por 49% dos entrevistados. Assim, o desespero de Bolsonaro é explicável e, por isso, ele já ensaia toda uma cena golpista para alegar fraude, porque sabe que será derrotado. Note-se ainda que a pesquisa foi realizada antes das repercussões do maior escândalo de corrupção do Ministério da Saúde, que foi a falcatrua, praticamente já comprovada, da compra das vacinas indianas, que teve até um atravessador sabidamente criminoso. O depoimento dos irmãos Miranda certamente exporá o esfarelamento daquela tal lenda de que no governo Bozo não tem corrupção. O povo, antes mesmo de mandar o recado nas urnas em 2022, já está dando o recado ao governo fascista, criminoso e genocida de Jair Bolsonaro.

“FRAUDE” E “VOTO IMPRESSO”: AS SENHAS PARA O GOLPE EM 2022

Janeiro de 2021: nos Estados Unidos, os apoiadores do líder de extrema-direita Donald Trump, derrotado nas eleições, vão às ruas. Armados, eles alegam fraude no pleito e invadem o Capitólio. Muitos são militares reformados e formam uma milícia pessoal de Trump para fins golpistas. As instituições resistem, o resultado das urnas é confirmado e a tentativa de golpe é debelada. Biden assume e Trump e seus seguidores vão para o esgoto da história.

Junho de 2021: no Peru, os apoiadores de Keiko Fujimori, a líder de extrema-direita derrotada nas eleições, vão às ruas. Eles não aceitam a vitória de Pedro Castillo e alegam fraude. Segundo observadores internacionais, nenhum sinal de irregularidade foi encontrado no pleito. Muitos dos seguidores de Keiko são militares reformados e estão armados até mesmo de espadas e sabres. E a democracia ainda corre risco por lá.

Junho de 2021: em meio ao avanço da CPI do genocídio, da perda de popularidade de Bolsonaro e das grandes manifestações contrárias ao governo, Bolsonaro e seus seguidores já estão antevendo a derrota, já falam em fraude e querem a bizarrice do tal “voto impresso”. Como se não bastasse, todas as pesquisas dão vitória para Lula. Muitos dos seguidores de Bolsonaro também são militares reformados e Bolsonaro, liberando armas à rodo, já formou o que seria a sua milícia pessoal. Ele ameaça a democracia e as instituições, falando em “fraude” e o desdobramento para uma “convulsão social”. Estamos a pouco mais de um ano da eleição e a democracia corre sérios riscos. Em 2022, mais do que a escolha de um Presidente da República, mais do que um teste do governo nas urnas, certamente a democracia e as instituições é que estarão se submetendo ao que poderá ser o maior teste de suas histórias.

O TSE deu 15 dias de prazo para Bolsonaro provar as fraudes que ele afirma terem ocorrido nas eleições de 2014 e 2018. O prazo está correndo e ele não apresentou qualquer prova de fraude. E nem apresentará, porque não aconteceram fraudes. Mas ele alimentará esse discurso até o fim, pois será o seu trunfo golpista. Com isso, temos duas missões em 2022: a primeira é derrotar o fascista-genocida. A segunda é a resistência ao golpe.

O “CIDADÃO DE BEM” QUE NÃO INTIMIDOU RANDOLFE

O bolsonarista que tentou, mas não conseguiu intimidar Randolfe Rodrigues durante a vacinação do senador no último dia 21, já foi identificado: o nome do bovino é Antônio do Socorro Fonseca Pinheiro, mas é vulgarmente conhecido como “Toti”. O bolsonarista, que abordou o senador no local de vacinação, teve a identificação revelada pelo jornalista Ney Pantaleão, da TV Tucuju, afiliada da Rede TV! Mas, como mostrou o vídeo amplamente divulgado, o senador Randolfe Rodrigues não se intimidou com a abordagem do energúmeno.

Mas não foi apenas a identidade de Toti que foi revelada. Já sabemos também a sua folha corrida como bom bolsonarista e cidadão “de bem” e “de Deus”. Toti já foi condenado por furto. Também responde a um processo de crime contra a honra. Como se não bastasse, também é caloteiro, pois foi alvo de busca e apreensão por não ter pago um veículo. Certamente, “tudo em nome de Deus”.

O FIASCO DA MOTOCIATA DO BOZO

Imagem acima: convocação para a motociata de Bolsonaro esperava a participação de 1 milhão de motoqueiros.

Estima-se que a motociata dos fascistas, liderada pelo genocida no último sábado, tenha tido a participação de 10 a 15 mil motoqueiros. Evidentemente foi um fracasso e Bolsonaro sentiu o golpe. Para quem duvida, então vamos aos números: de acordo com dados oficiais do Detran, o município de São Paulo tem 1.076.861 motos registradas. Se considerarmos todo o estado de São Paulo, são 4.887.149 motos. Não sabemos se a moto em que estava Bolsonaro pode ser incluída nesses números pois, cometendo mais um crime, o número da placa de sua moto estava escondido. Assim, de todas as motocicletas existentes na cidade de São Paulo, apenas 1% aderiu ao desfile da morte. Os outros 99% não estavam nem aí para Bolsonaro.

O fiasco foi mesmo muito grande porque, na convocação dos bolsonaristas, eles tinham a expectativa da participação de 1 milhão de motos, conforme pode ser visto no anúncio do evento, que foi denominado de “Acelera para Cristo”, embora as próprias Igrejas tenham negado que estivessem participando da organização do evento. E olha que teve até sorteio de moto para os participantes.

Resta saber o que Bolsonaro vai falar dos 99% de motoqueiros que não aderiram ao seu chamado. Será que irá chamá-los de “comunistas” ou vai dizer que “estavam queimando erva”? Ou vai dizer que eles têm que andar de jegue? Não importa o que o genocida irá dizer. O que importa é que os números não mentem e os motoqueiros de São Paulo já deram, maciçamente, o seu recado e disseram “não” à convocação do fascista. Valeu motoqueiros de São Paulo!