DEPOIS DO “CONJE”, O “KAFTA”

kafta.jpg“Eu sofri na pele um processo inquisitorial. Só a Gestapo fazia isso. Ou no livro do “Kafta” ou a Gestapo.” (Abraham Weintraub, ministro olavista-bolsonarista da Educação, em audiência no Senado Federal, em 7 de maio de 2019).

Os ministros do Bozo parecem estar representando bem o intelecto tosco e tacanho do capitão que os chefia. Primeiro foi o Sérgio Moro que, embora tenha sido juiz, criou um neologismo chamado “conje” para se referir à pessoa com quem alguém é casado. Ele trocou “cônjuge” por “conje“. Depois, Moro falou em Câmera dos Deputados”.

Agora chegou a vez do escritor Kafka ser vítima da ignorância bolsonarista. Em audiência no Senado no dia de hoje, o ministro da Educação discípulo do astrólogo disse estar sofrendo um processo inquisitorial como no livro de “Kafta”. Seria, por acaso, o livro de algum árabe que tem como apelido o nome da iguaria de sua terrinha? Esse é o cara que foi péssimo universitário, odeia as Ciências Humanas e cortou verbas das escolas e universidades federais. Assistam ao vídeo:

 

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