VÍDEO: MORO É CHAMADO DE LIXO

Sérgio Moro, o “juiz ladrão”, que disse que “jamais entraria para a política”, desembarcou em Brasília para se filiar ao Podemos. O homem que “ia acabar com a corrupção no Brasil” e se vendeu ao governo fascista, depois de ter cometido diversos crimes enquanto usava toga, escolheu um partido cheio de rolo para se filiar. O partido escolhido por Moro esteve envolvido em candidaturas laranjas e também esteve envolvido no mensalão do DEM. No aeroporto, Moro foi chamado de “vendido” e “lixo”. Assistam ao vídeo:

BOLSONARO DIZ QUE VACINADOS DESENVOLVEM AIDS

Não foi no “curralzinho” do alvorada para o seu grupelho de idiotas; não foi em uma pastelaria; não foi em uma conversa privada eventualmente vazada. Bolsonaro, em mais um crime, afirmou com todas as letras em sua “live” semanal de 21 de outubro que “os vacinados contra a Covid estão desenvolvendo AIDS”. A fala absurda e criminosa do genocida é apenas mais um episódio de sua negação à ciência e tenta municiar ainda mais a campanha dos fascistas contra a vacina.

Mas o vídeo não se encontra mais disponível no Facebook e nem no Instagram, pois foi retirado do ar por, evidentemente, violar a política de uso das redes. Justamente quando a CPI do Genocídio está prestes a divulgar o relatório com os crimes praticados por Bolsonaro e seus comparsas durante a pandemia, Bolsonaro vem a público e comete mais um crime de terrorismo contra a ciência e a vacinação. Bolsonaro não é apenas tosco, deficiente intelectual, iletrado e ignorante. Ele é criminoso.

Não devemos esquecer que essa fala criminosa de Bolsonaro pode ter alguma influência no futuro. Apesar de a pandemia estar decrescendo graças à vacina que ele e seus seguidores fascistas sempre negaram, especialistas já afirmam que a pandemia vai virar endemia e que a vacinação terá que ser periódica. Agora, imaginem as milícias digitais do Bolsonaro replicando a fala do genocida de que a vacina causa AIDS. Vai ser uma eterna guerra, em duas frentes: uma contra o vírus da Covid e outra contra um câncer chamado Bolsonaro.

VÍDEOS: NAZISTAS INVADEM CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE

Bolsonaristas defensores do nazismo invadiram na tarde desta quarta-feira, 20 de outubro, a Câmara Municipal de Porto Alegre. O bando de meliantes era formado por extremistas que, além de nazistas, também são antivacina. Os bolsonaristas faziam apologia ao nazismo e protestavam contra o passaporte da vacina. Um dos bandidos carregava uma suástica e o grupo provocou uma confusão generalizada na Casa Legislativa porto-alegrense. O vereador do PT Leonel Radde chegou a pegar um dos cartazes portados pelos bolsonaristas com uma suástica. Assistam aos vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=NuOQT-BENWU































O FALSIFICADOR DE DELAÇÕES

No exato momento em que a Câmara dos Deputados está em vias de votar uma PEC para conter os abusos e desmandos dos procuradores, aparece mais um forte indício de crime do procurador Deltan Dallagnol, aquele das “convicções sem provas”. Falar dos abusos e crimes cometidos pelos lavajatistas Sérgio Moro e Dallagnol é chover no molhado. Porém, a cada dia surge uma nova tipificação de crimes contra aqueles que destruíram a democracia e a economia do Brasil.

A Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia (ABJD) acaba de apresentar uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra Dallagnol e seu colega Athayde Ribeiro da Costa. A acusação? Eles teriam falsificado a delação premiada de Pedro Barusco, que foi diretor da Petrobras. Tudo porque, na delação original de Barusco, o PT não foi delatado. Segundo denúncia da ABJD, os dois procuradores teriam adulterado os termos da delação com a finalidade (política) de incriminar o PT. A falsificação da delação, com a mudança dos termos do que foi declarado pelo delator, acabaria colocando o próprio Partido dos Trabalhadores como delatado. Abaixo, o trecho do diálogo entre Dallagnol e Athayde, onde eles admitem que era preciso alterar a delação para que o PT fosse incluído como delatado.

Esse escândalo, como muitos outros da Lava Jato, veio a público a partir dos diálogos entre Dallagnol e Athayde Ribeiro da Costa, revelados na Operação Spoofing. Os diálogos subterrâneos mostram o ativismo político dos procuradores com a intenção de prejudicar o PT. O restante da história todos conhecem.

A ABJD resumiu a gravidade dos atos de Dallagnol e seu colega lavajatista: “O caso é gravíssimo e requer apurações para eventual responsabilização dos culpados”. Segundo os juristas da ABJD as acusações podem ser assim sintetizadas: “cometerem abuso de direito, violação dos deveres de lealdade processual e de comportamento ético, além de desvirtuar o próprio postulado da ampla defesa”.

O episódio escancara mais uma víscera fétida dos subterrâneos lavajatistas e não chega a surpreender. Resta a punição a esses e outros lavajatistas da finada “República de Curitiba” que usaram o Ministério Público e o Judiciário de forma criminosa e com fins políticos.

MILITARES ASSASSINOS SÃO CONDENADOS

Imagem acima: a cena do crime, em 7 de abri de 2019.

A Justiça Militar condenou, em julgamento que terminou de madrugada, 8 dos 12 militares que executaram o músico Evaldo Rosa e o catador de latas Luciano Macedo. O duplo homicídio praticado pelos militares aconteceu em 7 de abril de 2019, em Guadalupe, e mostrou a frieza e a covardia com que as vítimas, desarmadas, foram barbaramente executadas pelos militares do Exército. Foram 257 tiros disparados, dos quais 62 atingiram o carro de Evaldo. O catador Luciano, que tentou ajudar Evaldo, também acabou sendo assassinado. À época, o duplo assassinato reforçou a ideia de que o Exército não estaria mesmo preparado para ir às ruas.

As penas impostas aos assassinos fardados variam de 28 a 31 anos e meio. Outros quatro militares que estariam envolvidos foram absolvidos. Chamou atenção o placar apertado: 3 a 2. Isso, apesar de todas as evidência de que as vítimas, embora desarmadas, foram sumariamente executadas. Ainda assim, dois juízes votaram pela absolvição dos assassinos, o que permite invocar a tese de que tribunais militares sempre terão o vício do corporativismo. Por ora, a Justiça, ainda que por um placar apertado, está feita. Isso porque ainda cabe recurso aos condenados. Torcemos para que os assassinos covardes tenham suas condenações confirmadas e sejam expulsos do Exército Brasileiro.

BOLSONARISTA AGRIDE CINEGRAFISTA DA GLOBO E POLÍCIA ASSISTE

Imagem acima: o cinegrafista da Globonews Leandro Matozo, agredido com uma cabeçada por um militante bolsonarista em Aparecida do Norte.

A Globo continua colhendo os frutos malignos das sementes que ajudou a plantar. Ontem, em Aparecida do Norte, quando fazia a cobertura da celebração da padroeira do Brasil, no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, o cinegrafista da Globonews Leandro Matozo foi agredido com uma cabeçada por um militante bolsonarista. A covarde agressão do militante fascista sangrou o nariz do profissional de imprensa. O nome do agressor é Gustavo Milsoni. O meliante bolsonarista, além da cabeçada, ainda insultou Leandro Matozo e o jornalista Victor Ferreira, que fazia a cobertura do evento junto com o cinegrafista. Além da agressão, o fascista ainda externou seu ódio aos profissionais e disse que, se pudesse, “mataria os dois”.

Chamou atenção o fato de a Polícia ter presenciado a agressão e não ter tomado nenhuma medida contra o agressor bolsonarista. O cinegrafista agredido contou que estava sendo ofendido pelo agressor e que, quando pediu auxílio aos policiais, foi agredido com a cabeçada. O agressor, segundo contou o cinegrafista, ainda pegou carona no carro da Polícia para voltar até o santuário. Tudo leva a crer que os policiais, ao invés de cumprirem o seu dever como agentes de Estado, deram vazão às suas militâncias como bolsonaristas, o que é muito grave.

O episódio é lamentável sob todos os aspectos, mas é um dos muitos exemplos em que a criatura se volta contra o criador. Cada vez que a Globo, seus profissionais, suas programações são atacadas, seja por Bolsonaro ou por seus seguidores, nunca é demais lembrar que a Globo ajudou a gestar o monstro que hoje “governa” o país. Pior é que o “Messias” que ela e outros agentes ajudaram a parir tenha que ser “embalado” por quem lutou contra tudo isso. Hoje o recado vai para a Globo: “Nós avisamos!”

ROMÁRIO, O BOLSONARISTA INGRATO

Imagem acima: Romário com Lindbergh Farias, em 2014. O ex-jogador teve apoio do PT em 2014 e, na ocasião, elegeu-se com os votos do prato em que hoje cospe.

“Antes de Bolsonaro, nosso país estava uma merda do caralho”. (Senador Romário, em entrevista ao canal do Youtube “Cara a Tapa”, em 11 de outubro de 2021).

Romário declarou seu apoio a Bolsonaro e disse que prefere Bolsonaro a Lula e que “antes de Bolsonaro, nosso país estava uma merda do caralho”. As declarações foram feitas no canal do Youtube “Cara a Tapa” e mostra o quanto Romário, além de bolsonarista agora declarado, também é ingrato. Em 2014, quando foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, Romário se aliou exatamente ao PT, partido que ajudou a elegê-lo. Na época em que recebeu o apoio do PT, Lula já tinha cumprido dois mandatos e Dilma, que seria reeleita, estava governando o país. Na ocasião, Romário achou muito bem-vindos o apoio e os votos oriundos da aliança com o PT. Agora, diz que era tudo “uma merda do caralho”. Ingrato e oportunista, Romário agora diz preferir Bolsonaro. Resta saber se, para o ex-craque, o país só ficou “uma merda do caralho” depois de 2014. Porque até 2014, quando foi eleito com apoio do PT, certamente ele achava os governos petistas ótimos.

Na mesma e lamentável entrevista, Romário ainda disse que “infelizmente falar de política tá chato”. Ora, um senador da República vai falar do quê, senão de política? Romário disse ainda gostar de Bolsonaro, justificando que o genocida tem “personalidade forte”. Para concluir a deplorável entrevista, o ex-ídolo disse: “a esquerda vai me dar porrada”. E mandou o recado final: “Foda-se!” Ingrato é o mínimo que se pode falar nesse momento de Romário. Está cuspindo em quem ajudou a elegê-lo. Quanto ao nível de sua linguagem, dispensa-se comentários e também só resta lamentar.

Certa vez, Romário falou que “o Pelé calado é um poeta”. Já Romário falando, ficou provado que é um Bolsonaro…

BOZO É BARRADO NA VILA BELMIRO

Jair Bolsonaro, que desde o início da pandemia se posicionou contra a vacinação, já foi multado por diversas cidades por onde passou, tanto por não usar máscara como por causar aglomerações. Ele próprio se recusa a ser vacinado. Depois de ter sido impedido de entrar em um restaurante em Nova Iorque por não ter se vacinado, Bolsonaro e sua comitiva tiveram que comer pizza na rua. A cena envergonhou o Brasil perante o mundo. Agora foi na Vila Belmiro. Estabelecido em Guarujá, cidade vizinha de Santos, Bolsonaro não pôde assistir ontem ao jogo entre Santos e Grêmio no Estádio Urbano Caldeira, a casa do Santos Futebol Clube. Ele não pôde ir ao estádio porque para assistir ao jogo era preciso apresentar o comprovante de vacinação, coisa que o Bozo não possui por se recusar a receber o imunizante. A diretoria do Santos Futebol Clube foi clara em seu aviso:

“O Santos FC não foi procurado pela equipe do presidente. O clube segue os protocolos da CBF que, por sua vez, segue as normas sanitárias da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”.

O próprio Bolsonaro admitiu que foi impedido de ir à Vila Belmiro por não possuir o comprovante de vacinação. Então, vomitou mais uma de suas besteiras:

“Me falaram que tem que estar vacinado. Por que isso? Eu tenho mais anticorpos do que quem tomou vacina”, bostejou o genocida em vídeo nas redes sociais.

Ou seja, Bolsonaro estava impedido de assistir ao jogo por não se enquadrar nos protocolos exigidos, inclusive pelo governo do Estado de São Paulo. Foi barrado por não cumprir as mínimas exigências dos protocolos sanitários. Mais uma vergonha para a folha corrida do fascista negacionista!

O GLOBO, TELEGRAM E AS ELEIÇÕES

Telegrram, nova ameaça digital às eleições”. (Manchete de O Globo, 5 de outubro de 2021).

“Telegram cresce de forma acelerada no país e vira terra sem lei para crimes variados”. (Manchete de O Globo, 10 de outubro de 2021).

Durante esta semana o jornal O Globo estampou em sua primeira página a preocupação com o aplicativo de mensagens Telegram e sua grande possibilidade de ameaça às eleições de 2022. Em suas matérias, O Globo destaca que o Telegram não possui política de moderação e permite assim a divulgação de crimes como pornografia infantil, apologia ao nazismo, venda ilegal de armas, dentre outros crimes. O aplicativo, que permite a criação de grupos com até 200 mil participantes, seria um terreno frutífero para os fascistas bolsonaristas (a exemplo de 2018, quando usaram o WhatsApp) propagarem as fake news que podem ser decisivas no tabuleiro eleitoral. O jornal da família Marinho destaca ainda que o Telegram hoje é o aplicativo predileto da família Bolsonaro e teme que o mesmo possa se tornar o vilão das eleições de 2022.

Tudo leva a crer que o jornal O Globo está com amnésia. Ou, talvez, omitindo propositadamente algo que ninguém pode esquecer, pois já está registrado na história: o Telegram já foi, em 2018, o vilão das eleições. Foi através do Telegram que Sérgio Moro e sua gangue de procuradores tramaram a condenação de Lula, visando tirá-lo do pleito daquele ano para favorecer a ascensão do fascista Jair Bolsonaro. Foi através do Telegram que Moro e os procuradores inescrupulosos urdiram o conluio que condenou Lula sem provas e o alijou da disputa, quando era certo que o candidato petista venceria a eleição.

Foi graças às reportagens do The Intercept que os crimes de Moro e seus comparsas foram conhecidos pelo Brasil e pelo mundo. Moro acabou beneficiando-se de sua atuação facciosa como “juiz” e tornou-se ministro da Justiça do governo fascista que ajudou a eleger. Como todos sabem, o juizeco acabou defenestrado pelo próprio câncer que ajudou a parir, foi desmoralizado e acabou considerado como “juiz parcial” pela instância máxima do Judiciário brasileiro.

Mas todos os crimes de Moro e seus procuradores, que acabaram decidindo a eleição de 2018 e levando ao poder o governo fascista, genocida e miliciano que é a maior desgraça da história do Brasil, foram praticados através do Telegram, aplicativo que hoje “assusta” o jornal O Globo. Atenção família Marinho: o Telegram já foi o vilão em 2018! Foi no Telegram que Moro e seus comparsas perpetraram aquele que certamente foi o maior crime contra a democracia do Brasil. A família Marinho está atrasada, pois só agora vê o perigo do Telegram. Onde estava O Globo em 2018, quando Moro brincava de cometer crimes pelo aplicativo que ora assusta a família Marinho? E qual foi a posição oficial do Globo quando os crimes de Moro, praticados através do Telegram e que decidiram a vitória de Bolsonaro, foram desbaratados?

Depois de tudo o que aconteceu, especialmente depois da publicação das conversas criminosas de Moro e seus procuradores, por que só agora O Globo vê ameaça do Telegram às eleições? Ou será que O Globo virou “O Globo Barrichello”?

PARA BOZO, PAULO GUEDES É ASSALTANTE

“A elite política assalta o contribuinte, envia dinheiro para um paraíso fiscal, que aplica no Brasil, e as autoridades que assaltaram o país fazem gestões para que os juros sejam mantidos altos.” (Jair Bolsonaro, então deputado federal, em discurso na Câmara dos Deputados em 10 de setembro de 2003).

Em 2003, quando ainda era deputado federal, Jair Bolsonaro fez um discurso dizendo que aqueles que mantinham dinheiro em paraísos fiscais eram assaltantes do Brasil. Agora, o escândalo envolvendo o seu ministro-banqueiro, Paulo Guedes, que mantém offshores em paraísos fiscais, fez com que Bolsonaro se calasse em relação ao seu banqueiro travestido de ministro. Paulo Guedes mantém a sua fortuna de 50 milhões de reais nas Ilhas Virgens Britânicas, que é um paraíso fiscal muito usado por quem, como disse Bolsonaro em 2003, assalta o país, lava dinheiro e sonega impostos.

Já houve que dissesse, com muita propriedade, que “Paulo Guedes não é bobo de deixar o seu dinheiro em um país que tem como ministro da Economia o próprio Paulo Guedes.” Dito e feito. O dólar sobe e ele ganha. Os juros sobem e ele ganha. Então, como bem disse Bolsonaro, Paulo Guedes está assaltando o contribuinte. A política econômica de Guedes é tão boa como as reformas do governo. Eles defendem a reforma da previdência, desde que não sejam afetados por ela. Eles defendem a reforma administrativa, desde que não sejam afetados por ela. Tal como Paulo Guedes, que defende a sua política e suas reformas econômicas “para nós”, porque ele próprio manda o seu dinheiro para paraísos fiscais e não é afetado por nada de sua política econômica. Resta saber se o Bozo, que ainda não se pronunciou sobre o escândalo, vai demitir o Posto Ipiranga. Ou se vai manter quem ele próprio considera assaltante em seu “governo”.