EMPRESÁRIOS, BOLSONARISTAS, FASCISTAS E GOLPISTAS…

Imagem acima: empresários golpistas aliados de Bolsonaro, que tramaram via WhatsApp um golpe de Estado e a implantação de uma ditadura no país.

A descoberta de um grupo de WhatsApp em que empresários delinquentes e apoiadores de Bolsonaro tramam um golpe caso Lula vença as eleições, trouxe a certeza de que a ideia de golpe está mais disseminada nas hostes fascistas do que se pensa. O que aqueles criminosos estavam tramando era um crime contra a democracia e o Estado de Direito e os mesmos devem ser enquadrados dentro da lei pelos crimes que cometeram. Nas trocas de mensagens, há a defesa excplícita de um golpe e da implantação de uma ditadura no Brasil. José Kouri, dono do Barra World Shopping, disse para os comparsas: “Preferia um golpe à volta do PT, um milhão de vezes. E com certeza ninguém vai deixar de fazer negócios com o Brasil. Como fazem com várias ditaduras pelo mundo”. Já o delinquente André Tissot, dono do Grupo Sierra, afirmou: “Golpe deveria ter acontecido nos primeiros dias do governo. Teríamos ganhado outros 10 anos”. Isso não é liberdade de expressão. Isso é crime contra o Estado Democrático de Direito, previsto em lei.

Agora, oito dos meliantes fascistas foram alvo de buscas e apreensões pela Polícia Federal, por compartilharem mensagens golpistas, o que, evidentemente, é uma incitação ao crime. Muita coisa deve ser vista nesse inquérito, inclusive, por se tratar de elementos com grande poder econômico, a grande possibilidade de terem financiado manifestações golpistas e agressivas à instituições.

Os alvos das investigações são os golpistas Luciano Hang, vulgo “véio da Havan”, José Isaac Peres (Multiplan), Afrânio Barreira (Coco Bambu), José Koury (Barra World Shopping), Ivan Wrobel (W3 Engenharia), Luiz André Tissot (Sierra Móveis), Meyer Joseph Nigri (Tecnisa) e Marco Aurélio Raymundo, vulgo, “Morongo” (Mormaii).

Deve haver mais caroço por baixo desse angu do que se pode imaginar. O golpista Meyer Joseph Nigri, como foi revelado no livro “O Fim da Lava-Jato”, foi um dos padrinhos da da indicação do engavetador e blindador dos crimes de Bolsonaro, Augusto Aras. Aliás, as mensagens revelam que Aras conversou com empresários golpistas? O que teria rolado nessas conversas/ Muito estranho… Não é à toa que Aras, o escudo de Bolsonaro na PGR, está puto da vida com as investigações.

Agora, cabe investigar a fundo os crimes dos fascistas. Certamente eles financiaram muitas das manifestações fascistas que pipocam no Brasil desde o início da desgraçada Era Bolsonaro. A esses inimigos da democracia só resta uma coisa: cadeia!

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