GENERAL FALASTRÃO QUER FICAR CALADO

Eduardo Pazuello, o general que aceitou ser o fantoche de Bolsonaro no Ministério da Saúde, já deu mostras do quanto é covarde e agora confirmou a sua covardia. Primeiro ele inventou uma desculpa fajuta para não ir à CPI se explicar sobre o tempo em que foi joguete nas mãos de Bolsonaro e colocou suas digitais no genocídio. Agora, todo borrado, Pazuello comprovou o quanto é covarde. Falastrão e risonho na época em que chancelava os crimes de Bolsonaro contra a saúde pública, o general agora quer ficar calado na CPI. Covarde! Ele deveria seguir o exemplo da ex-Presidente Dilma que, na época do golpe que sofreu, não deixou de comparecer ao Senado. Na ocasião, Dilma ficou por 15 horas sendo interrogada por seus algozes.

Com medo de ser preso na CPI, pois certamente o general cagão iria mentir, o governo agora usa a “logística” da covardia para acobertar Pazuello. A “logística” da covardia (essa sim, bem conhecida do general), é tentar obter, no STF, um habeas-corpus que o permita ficar calado em seu depoimento na CPI. Bolsonaro disse que Pazuello “acertou em tudo o que fez”, desde chancelar a cloroquina até mandar vacinas do Amapá para o Amazonas e do Amazonas para o Amapá.

Se o próprio governo diz que Pazuello “acertou em tudo”, por que o medo de encarar a CPI? Cadê a coragem do general da ativa? Já imaginaram esse covarde comandando tropas em uma guerra? Ainda bem que o Brasil não vai a nenhuma guerra porque, pela covardia, esse general cagão seria o primeiro a fugir. Covarde! Covarde! Covarde!

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