ANVISA NA BERLINDA

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) acaba de ser enquadrada pelo STF. O ministro Ricardo Lewandowski deu um prazo de 48 horas para que a agência esclareça os critérios adotados no acompanhamento dos estudos da vacina Coronavac. A Anvisa determinou a suspensão dos estudos da Coronavac após a morte de um voluntário. O laudo do IML, no entanto, concluiu que a morte foi resultado de suicídio não tendo, portanto, qualquer relação com a vacina.

Porém, mesmo depois da constatação de que o óbito do voluntário foi resultado de um suicídio, a Anvisa ainda não autorizou a retomada dos estudos clínicos. Por quê?

Mas não foi apenas o STF que emparedou a Anvisa. Os partidos PSOL e Rede acabam de protocolar um requerimento convocando o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, para explicar no Congresso Nacional a suspensão dos testes da Coronavac.

Enquanto isso, o comitê internacional independente que estuda a Coronavac já emitiu parecer favorável à retomada dos testes e já até notificou a Anvisa sobre essa recomendação. Então, o que está faltando para que os testes sejam retomados?

Cada vez mais aumentam as suspeitas de a Anvisa estar sendo usada como ferramenta política do negacionismo de Bolsonaro e sua briga político-eleitoral com Dória. Caso a Anvisa não autorize imediatamente a retomada dos testes, essa suspeita estará praticamente confirmada.

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