APÓS PRESSÃO, BOZO RECUA DE VENDER O SUS

O decreto em que Bolsonaro pretendia “vender” o SUS para a iniciativa privada acabou não durando um dia sequer. O projeto de privatizar o SUS seria mais um crime de Bolsonaro contra a saúde pública. Mas as pressões foram tantas, que Bolsonaro acabou recuando.

Entidades ligadas à saúde, representantes do Congresso e a opinião pública em geral manifestaram sua repulsa à tentativa de Bolsonaro de colocar o SUS, um dos maiores patrimônios do povo brasileiro, nas mãos da iniciativa privada.

O SUS foi implantando, como grande conquista popular, pela Constituição de 1988. Curiosa e “coincidentemente”, a tentativa de Bolsonaro de acabar com o SUS veio quase que ao mesmo tempo com a tentativa de seu líder no governo, o deputado Ricardo Barros, do “Centrão”, propor uma nova Assembleia Constituinte, alegando que a atual Constituição “só tem direitos”. E um desses direitos é exatamente o SUS: “a saúde é direito de todos e dever do Estado”. E, para cumprir essa finalidade, foi criado o SUS. A proposta golpista e estapafúrdia de uma nova Constituinte feita pelo líder de Bolsonaro também foi alvo da repulsa por parte do Congresso e da sociedade. E o líder do Bolsonaro, encurralado, também já recuou.

Bolsonaro e seu líder do “Centrão” tiveram que enfiar a viola no saco e tanto o SUS como a Constituição de 1988 continuam impávidos. Valeu a pressão, mas fiquemos atentos. Logo virá uma nova tentativa de agredir os direitos do povo brasileiro e que o repúdio seja na mesma intensidade.

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