COMPADRIO ESCANDALOSO NO BNDES

Lembram da caixa-preta do BNDES que Bolsonaro disse que ia abrir? Ele abriu. O governo pagou 48 milhões pela “chave” e logo fechou. Porque Bolsonaro não encontrou o que pretendia e propagava que iria encontrar, apenas para encantar idiotas. Coisa do tipo “acabou a mamata”. Que tal reabrir a tal caixa-preta?

E parece que a hora é essa. Acabam de ser anunciados três contratos de consultoria do BNDES com um consórcio, com o objetivo de formatar as privatizações que o banqueiro-ministro Paulo Guedes pretende realizar. O consórcio receberá cerca de 9,7 milhões pelo serviço. E, haja “coincidência”, uma das empresas que faz parte do consórcio vencedor é a G5 Partners Consultoria e Participações. E um dos sócios da G5 Partners, que venceu a licitação, é ninguém menos que o presidente do conselho de Administração do BNDES, Marcelo Serfaty. Trata-se de um escandaloso conflito de interesses, no qual o presidente do Conselho de Administração do BNDES esteve dos “dois lados do balcão”. Marcelo Serfaty também é amigo e já foi até sócio do Paulo Guedes. Está tudo “em casa”. Um vergonhoso e escandaloso esquema de compadrio e mistura de interesses público e privado.

A informação de mais esse escândalo no BNDES, é do jornalista Patrick Camporez, do Estadão. A matéria, fartamente documentada, acrescenta que o presidente do conselho de Administração do BNDES ainda permanece tendo participação na G5 Parteners. Que tal abrirmos agora toda essa caixa-preta? Porque os “podres” que o Bozo falava que iria encontrar, estão aparecendo é no governo dele.

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