JÁ VAI TARDE, FASCISTA!

O olavista energúmeno Abraham Weintraub não é mais o ministro da Educação. Em sua “missão” destrutiva, ele agrediu tudo o que pôde. Ele não agrediu apenas as universidades públicas. Ele não agrediu apenas a Língua Portuguesa. Ele não agrediu apenas o ENEM. Ele não agrediu apenas as ciências sociais. Ele não agrediu apenas os professores. Ele agrediu e envergonhou todo brasileiro que, independentemente de sua orientação ideológica, tenha um mínimo de dignidade.

Abraham Weintraub que, por pressões até mesmo de aliados do governo, teve que ser demitido por Bolsonaro, representa o bolsonarismo “in natura”: odioso, fascista, racista, xenófobo, inimigo dos professores e dos estudantes. O que o agora ex-ministro da Educação Abraham Weintraub protagonizou à frente do Ministério da Educação é digno de envergonhar qualquer pessoa que tenha um mínimo de caráter. Porque, quem o apóia, não tem caráter sequer duvidoso: é mau-caráter mesmo.

Alheio à Educação, Weintraub representou no governo a destruição de tudo o que levou anos e até séculos para ser conquistado. E, antes de sair, ainda assinou o decreto extinguindo as cotas para negros e índios na pós-graduação. Nenhuma novidade. Na reunião dos fascistas aloprados ele já tinha afirmado, com todas as letras, que odiava a expressão “povos indígenas”.

Em governos da ditadura militar tivemos ministros da Educação aos quais podíamos fazer, e fazíamos, restrições. Mas que jamais, mesmo em um governo militar ultra-direitista e ditatorial, foram tão ruins e desprezíveis como Weintraub. Tivemos até um general, o Rubem Ludwig, tivemos o Jarbas Pasarinho, tivemos a professora Esther de Figueiredo Ferraz e até o acadêmico Eduardo Portella, professor da Faculdade de Letras da UFRJ e que ficou famoso por sua humildade ao dizer que “estava” ministro e não “era” ministro. Isso, em plena ditadura militar. Nem os ditadores das casernas, sem qualquer legitimidade, conseguiram produzir ministros da Educação tão incompetentes e inimigos da educação como Weintraub.

Só mesmo Bolsonaro para fazer parir das vísceras fétidas e remelentas do olavismo uma pessoa tão asquerosa, desprezível e repugnante como Weintraub. Os males que esse calhorda fascista fez à educação e ao nome do Brasil no exterior não podem ficar impunes. Por isso, não basta ele deixar o cargo. Ele deve pagar pelos crimes que cometeu contra e Educação e contra a democracia e o Estado de Direito. E deve ser lembrado, para sempre, como o pior mal já infligido à educação brasileira. Já vai tarde, fascista!

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