GOEBBELS, O PATRONO DA ARTE BOLSONARISTA

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“A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada.” (Roberto Alvim, Secretário de Cultura do governo Bolsonaro, em vídeo diulgado em 16 de janeiro de 2020).

“A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada.” (Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler).

Todos sabem que a arte é um dos alvos de ataques do governo Bolsonaro. E o Bolsonaro não limitou-se a acabar com o Ministério da Cultura. Bolsonaro também não se satisfez em agredir e ofender artistas. Agora, ao que tudo indica, o governo Bolsonaro vai querer implantar um viés nazista na arte. O seu secretário nacional de Cultura, Roberto Alvim, que tornou-se conhecido depois de ter ofendido a irreprochável Fernanda Montenegro, deixou claro que é um nazista com todas as letras. Ontem ele postou um vídeo para falar das diretrizes que arte brasileira terá em sua gestão e, pasmem, repetiu quase que totalmente uma fala de Joseph Goebbels, o famigerado ministro da Propaganda de Hitler. As falas de Roberto Alvim e Goebbels são praticamente iguais, tanto no conteúdo como nos termos utilizados. O ministro da propaganda de Hitler dizia que a arte alemã, a partir do nazismo, seria heroica. Já Roberto Alvim, repetindo o ministro nazista, disse que a arte brasileira será heroica e nacional. Goebbels dizia que a arte alemã tinha que ser imperativa e vinculante, ou não será nada. E Roberto Alvim, repetindo a fala de Goebbels,  disse a arte brasileira será profundamente vinculada às aspirações do povo, imperativa, ou não será nada.

O nefasto vídeo ainda traz como música de fundo uma ópera de Wagner. Logo Wagner, que era o músico predileto dos nazistas. Não pode ser coincidência! Tanto a fala como a música remetem à Alemanha de Hitler. A partir de 1 minuto e 42 segundos do vídeo, o secretário de Cultura bolsonarista repete as palavras de Goebbels, informando as diretrizes nazistas que a arte terá na “nova era”. Confiram:

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