OLARIA: PRAÇA BELMONTE ETERNA

praça belmonte 2019

Para muito além das redes sociais, está a felicidade do encontro presencial. Em uma tradição que já vem de décadas, os amigos da praça Belmonte, em Olaria, voltaram a se reencontrar neste sábado, 12 de janeiro. O encontro anual é a prova de que, para muito além do mundo virtual, muitas vezes distorcido como a Caverna de Platão, pois só nos permite ver as “sombras” de supostos amigos, na Praça Belmonte os encontros vêm sendo reais. Hoje, além do coreto, do rio Nunes, das escolas Laís Netto dos Reis e Chile, do antigo bar do “seu Zé”, lá estavam amigos que, para sempre, não deixarão a tradição e a Praça Belmonte sucumbirem. As peladas quando a praça era só de areia, o bloco carnavalesco Rola Cachaça, os bailes de carnaval no Clube 18 de Julho, as alegrias, tristezas, dificuldades mas, acima de tudo, a amizade de pessoas que viveram infância, adolescência e vida adulta lado a lado insistem em povoar as memórias e também a levar os “amigos para sempre” a se  reencontrarem para relembrarem os chamados “velhos tempos”.

Hoje, na mesma praça, mas com outros bancos, flores e jardins que não existiam nos anos 1970 e 1980 (com a devida vênia ao saudoso Carlos Imperial), estiveram o decano Nei, doutor Fernando, Wiltinho, Wilsinho, Luizinho, Luiz Cabeça, Coró, Mosca, Dema, Jacaré, Teteu, Vitor, Zé Carlos, Adriano, Cazuza, Ginho, Janinho, Gérson Tuffy, Dode, Beto Tru, Chico Cabral,  Luiz Cláudio, Tomás, Ronaldo, Cláudio, Betinho do Som, Fabinho, Joedson, Leonor, Joana, Kátia, Bruna, Marlene, Adriana, Simone, Mongol, Patrícia, Índio e Zem, do Voz da Comunidade.

Para que esses e outros “vultos históricos” pudessem se reencontrar, foi como manter uma chama olímpica acesa. E os “guardiões” dessa chama foram o doutor Fernando, o Beto Tru e o Dode. Sem eles, a Praça Belmonte não sairia do zap. Foram eles que , de modo hercúleo, conseguiram ir além de suas forças para que os amigos da Belmonte hoje se reencontrassem. E esperamos que, com a luz de cada um, esta chama fique, a cada ano, mais iluminada. Isso para que, de Olaria, da eterna Praça Belmonte, os amigos de sempre consigam espalhar para o mundo que um abraço vale muito mais do que mil cliques.

 

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