TEMER ASSUME ALCKMIN

TEMER“O Alckmin recebeu críticas porque tem o apoio de todos. Se você dissesse: ‘Quem o governo apoia?’. Parece que é o Geraldo Alckmin, né? Os partidos que deram sustentação ao governo, inclusive o PSDB, estão com ele”. (Michel Temer, em entrevista à Folha de São Paulo, na edição de 16 de agosto de 2018).

Agora parece ser mesmo oficial. Para nós, nenhuma novidade. Em entrevista à Folha de São Paulo, Temer admitiu que o candidato do governo golpista é mesmo o tucano Geraldo Alckmin. O que, aliás, nunca nos deixou dúvidas, até porque já havíamos afirmado isso em artigos anteriores. Para quem não leu, aí vão os links:

https://pedropaulorasgaamidia.com/2017/12/11/alckmin-o-candidato-do-temer/

https://pedropaulorasgaamidia.com/2018/08/13/a-geni-do-temer/

Um dos motivos enfatizados pelo Presidente golpista em sua entrevista é que tanto Alckmin como os partidos do “Centrão” que se coligaram ao tucano defendem as medidas de seu governo, como a reforma trabalhista. Isso, sem contar que o PSDB não apenas foi fundamental no golpe que levou Temer ao poder, mas também por ter participado, com 4 ministérios, do governo golpista.

Temer sabe que é impossível dissociar Alclmin e o PSDB de seu governo. Isso, sem contar que todos os partidos do “Centrão”, que também foram base do governo golpista, também estão na coligação do tucano. Assim a candidatura de Alckmin é, cristalinamente, aquela que representa Temer toda a quadrilha do Jaburu.

A esperança de Temer é que Alckmin cresça nas intenções de voto, especialmente com o início da campanha na TV e rádio, onde Alckmin terá o maior tempo de exposição, e que terá início em 31 de agosto. Diversos outros fatores podem aumentar as esperanças do golpista e de seu candidato tucano: Alckmin é o candidato dos grandes meios de comunicação, especialmente das Organizações Globo. Isso, certamente, será afirmado pelas Organizações dos Marinhos em um editorial a ser publicado próximo ao pleito. E, por ser ainda um partido blindado pela justiça, certamente nenhum escândalo que envolva o partido tucano será objeto de qualquer ação da “elite de toga” até a eleição.

Temer, ao apoiar Alckmin, jogará todas as suas fichas para salvar-se e aos seus comparsas. Tudo para que o dia 1° de janeiro de 2019 não seja o o seu “game over”. Como naquele antigo joguinho, patos amarelos e um Congresso corrupto já lhe deram sobrevida. Mas ainda pode aparecer um “fantasminha bicudo” que dê um presente de ano novo ao golpista do Jaburu.

 

 

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