TEMER CANDIDATO? ENTENDAM!

temer pior presidente do mundo“Temer assume pela primeira vez que tentará a reeleição.” (Valor Econômico, 23/03/2018).

A notícia acima, divulgada pelo Valor Econômico no dia 23 de março, foi publicada em vários outros veículos de informação. No entanto cabe, inicialmente, uma correção. Temer jamais foi eleito Presidente da República, portanto, não pode ser reeleito. Ele pode, isso sim, tentar chegar pela primeira vez ao cargo pelo voto, mas também não chegará. Pode-se pensar que é piada. Ou delírio. O que se passa na cabeça do golpista, que já é tido como o mais impopular presidente da história do Brasil, e o mais impopular do Mundo, segundo uma agência europeia, comandando um governo corrupto e atolado em escândalos, e com apenas 1% nas pesquisas, ao aventurar-se nas urnas?

Ele mesmo chegou a dar uma resposta. Disse que precisa defender o seu governo. Ora, ele não precisa ser candidato para defender o seu governo nos debates. Vários pré-candidatos defendem seu governo. Defender o governo Temer significa defender a reforma da previdência, o fim da CLT, o ataque a servidores públicos, os cortes por 20 anos em investimentos como saúde, educação e tecnologia e a privatização do país inteiro. Rodrigo Maia, Geraldo Alckmin, João Amoedo, Flávio Rocha e até o capitão nazista defendem tudo isso. Logo, essa justificativa não se sustenta. Mas eu penso em outra razão para Temer querer ser espancado nas urnas. Será que ele gosta de levar porrada? Seria sadomasoquismo? Bom, isso só a Marcela pode responder, mas não me interessa e a ninguém. Já falamos que Temer é profissional e ele só pensa no dia primeiro de janeiro de 2019. É o dia em que ele terá que entregar o mandato tungado da Dilma. Ele não precisa se desincompatibilizar. Portanto, até lá, ainda lhe restam mandato e foro privilegiado. Ambos acabarão no mesmo dia. Será? Pode ser que o mandato sim, mas o foro não. O que levaria o Mordomo a fazer esse papel ridículo com apenas 1% das intenções de voto?

Ele está acompanhando o quadro eleitoral. E, com o Lula ficando de fora da disputa, acaba a polarização e, aí, os votos serão muito pulverizados. Os dois candidatos que irão ao segundo turno, certamente disputarão a eleição voto a voto. O Brasil terá, em outubro, cerca de 150 milhões de eleitores. Podemos especular sobre números para, talvez, entendermos os reais motivos que levarão o golpista a mais esse papel ridículo na história. Levando-se em conta a margem histórica de 20% de votos nulos e abstenções, teríamos 120 milhões de votos. o 1% do Temer representariam 1 milhão e 200 mil votos, aproximadamente. É muito? É pouco? Bem, em uma eleição tão acirrada, 1 milhão e 200 mil votos podem, certamente, serem trocados por um Ministério. Partidos nanicos fazem isso. Olhem o caso do PTB, que é o “dono” do Ministério do Trabalho. Imaginem o PMDB (agora MDB), com a estrutura que possui. Não fica tão difícil juntar as peças desse quebra-cabeça. Até o Henrique Meirelles, o famoso “voz de bêbado”, seu principal Ministro, já foi recrutado para a missão e deixará o cargo para filiar-se ao PMDB (MDB) e, certamente, aparecer como vice na chapa.

Assim, no primeiro dia de janeiro de 2019, Temer poderá passar a faixa presidencial e, minutos depois, estar assinando o termo de posse como Ministro, garantindo, assim, o seu foro privilegiado e a consequente impunidade perpétua dos seus crimes.

O TERRORISMO DIGITAL DA DIREITA

fake news terrorismo digitalUma pesquisa do Datafolha, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, concluiu que as “fake news” sobre a vereadora Marielle Franco chegaram a 60% dos moradores da cidade do Rio de Janeiro. Isso nos dá uma ideia da expansão do estrago feito pelos fascistas cheios de ódio, principalmente pelo Facebook e pelo Twitter.

“Marielle foi casada com Marcinho VP”; “Marielle defendia bandidos”; “Marielle tinha envolvimento com facções criminosas”; “Marielle foi eleita pelo Comando Vermelho”. Pelo menos uma dessas mentiras disseminadas pela direita após o assassinato de Marielle chegou aos 60% que disseram ter recebido ao menos uma delas, em um verdadeiro terrorismo digital da direita fascista. É necessário acrescentar dois dados curiosos sobre a pesquisa. Primeiro, a falsa notícia de que Marielle havia sido casada com o traficante Marcinho VP foi a mais vista. Entretanto, parece que o tiro dos fascistas saiu pela culatra, visto que 45% julgaram-na falsa e apenas 6% como verdadeira. Já uma informação verdadeira que circulou pela internet, que dizia que “Marielle ajudava famílias de policiais mortos”, apesar de ser a única procedente, apenas 27% a consideraram verdadeira e 8% falsa. No geral, a pesquisa concluiu que a tática fascista de espalhar mentiras começa a não dar muitos resultados. Isso porque, felizmente, a maioria dos entrevistados avalariam as notícias como falsas.

Não podemos deixar de citar que o site direitista Ceticismo Político foi o grande responsável por lançar e repassar as mentiras, juntamente com seus parceiros fascistóides do MBL (Movimento Brasil Livre).  A rejeição como verdade pela maioria dos que recebem as calúnias é um grande alento. Porém, fiquemos atentos. Os “Goebbels” de plantão estarão sempre prontos para atacar. Nem que seja pelos famosos “robôs virtuais”. Mas eles já inventaram tantas mentiras que o repertório deles começa a se esgotar. Talvez eles tenham que divulgar, outra vez, a notícia de que “O Lula é o dono da Friboi”

A GUILHOTINA NAZISTA

apoiadores de bolsonaroÉ profundamente lamentável, principalmente na conjuntura que o país atravessa, ainda vermos ditos seres humanos que apoiam o ultra-nazista Jair Bolsonaro para a Presidência da República vestirem camisas que estampam a imagem do ex-presidente Lula decapitado. E, o mais chocante de tudo: são jovens, que já nasceram sob a democracia e o Estado de Direito, coisa que a ditadura que o candidato que apoiam quer recrudescer, nega terminantemente. No momento em que o ódio chega a sugerir o extermínio físico de um adversário político, então, para eles, não há mais diálogo. Muito menos debate.

Nesta semana, foi celebrado o aniversário de 50 anos do assassinato do estudante Edson Luís, que era tão jovem como muitos dos que talvez usem esta abjeta camisa. Edson Luís era apenas um estudante pobre, que fazia faxina no restaurante do Calabouço em troca de refeições para poder continuar estudando. Foi estupidamente assassinado, sem jamais ter pego em uma arma. Sem nunca ter sido guerrilheiro. Nem ativista político ele era. Assim como o jornalista Vladimir Herzog, o operário Manuel Fiel Filho e tantos outros. Março tem sido um mês cabalístico: mês oficial do golpe militar de 1964, mês do assassinato de Edson Luís em 1968, mês do assassinato da vereadora Marielle e do motorista Anderson. A guilhotina nazista já vem funcionando há tempos, mas parece que antes ela não avisava quem iria matar.

Com o país ainda comovido com o brutal assassinato da vereadora Marielle, o ódio doentio de uma parte da população chega ao ponto de sugerir a morte. E, mais do que isso, eles chegam a expressar essa sugestão. A imagem repugnante acima foi colhida na cidade de Esperantina, no Piauí. É uma imagem forte, que resume o que é o nazi-fascismo: o extermínio físico,  a eliminação sumária daqueles que, pensando diferente, não são considerados opositores e sim “inimigos que devem morrer”.

Ao longo da história, a guilhotina nazista já vem ceifando várias coisas: a dignidade, o acesso à saúde, à educação, ao trabalho e ao salário digno. Tirar a vida dos que se voltam contra tudo isso já foi um expediente infelizmente usado em uma época lúgubre de nossa história. Seria bom que esses jovens nazistas viajassem em uma máquina do tempo. E eles nem precisariam chegar na Revolução Francesa…

 

MARIELLE E SEU LUGAR NA HISTÓRIA

marielle e seu lugar na história

5 de agosto de 1954: O ultra-direitista da UDN, Carlos Lacerda, sofre um atentado a tiros na Rua Toneleros, em Copacabana. Lacerda sobrevive, mas seu acompanhante, o major Rubem Vaz, morre. O crime dá início à crise que culminaria no suicídio de Vargas.

14 de março de 2018: A vereadora Marielle Franco, do PSOL, é morta a tiros, junto com seu motorista Anderson, quando voltava de um evento na Lapa. O crime dá início a uma campanha nacional em prol da tolerância e dos direitos humanos.

Em 1954, o Brasil estava, como hoje, politicamente dividido. Na época, a polarização se dava entre a UDN entreguista e o PTB nacionalista. A criação da Petrobrás, um ano antes, representou uma grande vitória do nacionalismo econômico de Vargas, enchendo de ódio (como hoje) os direitistas da UDN, especialmente Carlos Lacerda. Também como hoje, 1954 foi um ano eleitoral. Naquele ano ocorreriam eleições para governadores, senadores e deputados federais e estaduais (a eleição presidencial foi no ano seguinte).

Existem várias semelhanças entre aquela época e a atual. Hoje, como em 1954, o Brasil também está dividido politicamente. Mais do que isso: polarizado. O avanço da extrema-direita é inconteste e assusta até os direitistas e centro-direitistas mais liberais. Tal como em 1954, o debate estatização/privatização ganha protagonismo nas propostas de governo. E esse ano, assim como em 1954, teremos eleições. No entanto, as semelhanças não param por aí. Em 1954, o direitista da UDN Carlos Lacerda foi vítima de um atentado que mudou a história do país. E agora, a vereadora do PSOL Marielle Franco também foi vítima de um atentado que certamente mudará a história do país. Exatamente aqui terminam as semelhanças. Em 1954, Lacerda não morreu no atentado do qual foi alvo. O major da Aeronáutica, Rubem Vaz, que o acompanhava, foi a vítima fatal. Já Marielle e seu motorista Anderson perderam a vida. Em 1954, os responsáveis pelo crime foram identificados e presos 12 dias depois do atentado. Hoje, lá se vão os 12 dias do assassinato da vereadora e nem sombra dos assassinos.

No atentado contra Lacerda, tudo foi muito desastrado e amadorístico. Climério Euribes de Almeida, conterrâneo de Vargas e ex-funcionário de sua fazenda no Rio Grande do Sul, contratou o pistoleiro Alcino João do Nascimento para matar Lacerda. Climério fazia parte da guarda pessoal de Vargas e passou a integrá-la a convite do chefe da guarda, Gregório Fortunato, tido como o mentor do atentado. A coisa foi tão amadora que um motorista de táxi que fazia ponto em frente ao Palácio do Catete deu fuga ao pistoleiro. Não foi difícil para a “República do Galeão” chegar aos mandantes e executor. O atentado acabaria sendo um “fogo amigo” contra o próprio Vargas.

O caso de Marielle é bem diferente. Sua grande característica é a frieza e profissionalismo dos assassinos. Infelizmente, deu tudo certo. A perseguição, o emparelhamento dos carros em um local pouco iluminado e sem câmeras, os tiros certeiros e a fuga. O planejamento e a execução foram cirúrgicos. Até aqui, são nanômetros de rastros. Ainda não sabemos onde os meandros da investigação nos levarão. Mas acredito que os investigadores tenham iniciado a busca com a tradicional pergunta: a quem interessava a morte da Marielle? E ainda: sua luta e suas denúncias incomodavam a quem?

Sabemos que é cedo para tirarmos conclusões. Mas há outra diferença em relação ao atentado sofrido por Lacerda em 1954. O atentado contra Lacerda foi mais pessoal do que político. Tentaram matá-lo porque ele caluniava e agredia, pelo seu jornal, o Presidente Getúlio Vargas. Marielle não denunciava pessoas especificamente, e sim situações, estados de coisas, que comprometiam muita gente, em várias esferas. E o assassinato da vereadora ganha contornos mais políticos porque sabe-se que, em 1954, queriam calar a voz e a “tinta” de uma pessoa, no caso, Lacerda. No caso de Marielle, sua morte sumária foi um recado para que todas as vozes se calem. Muito, muito diferente.

Em 1954, Lacerda sobreviveu, mas enfraqueceu-se politicamente, a ponto de ter que fugir do Rio de Janeiro para não enfrentar a fúria do povo após o suicídio de Getúlio. Em 2018, Marielle morreu, mas suas bandeiras se fortaleceram e tomaram conta do país. A “vitimização lacerdista” não o levou a nada. O tiro no pé “saiu pela culatra”. Dez anos mais tarde ele foi usado e descartado pelos militares que deram o golpe. Já Marielle, transformou-se no símbolo da luta e da resistência em prol dos direitos humanos. Infelizmente, tiros também mudam o rumo dos acontecimentos políticos. Porém, para nosso consolo, esses mesmos tiros são capazes de colocar as pessoas em seus devidos lugares na história. E, nesse aspecto, Marielle venceu. E de goleada.

PALAVRAS DO GENERAL

general villas boas“A violência no Rio decorre de décadas em que partes significativas da população não tiveram necessidades básicas atendidas. Isso tudo vai se represando e transborda sob a forma de violência. Então, é um problema com raízes muito profundas.”

A lapidar afirmação acima não foi feita por nenhum integrante de partido de esquerda e nem por nenhum “comunista”. A declaração é do comandante do Exército Brasileiro, o General Eduardo Villas Bôas, em entrevista ao jornalista Roberto D’Ávila e que foi muito divulgada pelos veículos de comunicação nos últimos dois dias. Se tal declaração fosse feita por outra pessoa, certamente ela seria chamada pelos reacionários de “esquerdista” ou “comunista”. Porém, as sábias palavras acima foram de ninguém menos do que o homem que comanda o nosso Exército. E, claro, ele nada tem de esquerdista ou “comunista”.

O general Villas Bôas  sabe que a questão da violência tem suas raízes na ausência total do Estado em relação às primordiais necessidades da grande maioria da população. E isso não significa, de forma alguma, “defender bandidos”.  Será que é esse o “Estado mínimo” que a direita tanto defende? Sim, porque o “Estado mínimo”, ou sua ausência total, é visto exatamente nas regiões onde são registrados os maiores índices de criminalidade. E é aí que entram os “tais direitos humanos”, tão desdenhados pela direita reacionária. O general Villas Bôas, muito sabiamente, entende que o verdadeiro combate à violência só trará resultados efetivos com medidas a longo prazo.

A direita e a “classe média endireitada” possuem uma visão armamentista e egoísta de combate à violência. Armamentista porque só vêem soluções para a criminalidade com soldados, armas, tanques e e carros de combate. E egoísta, porque não se preocupam com a dimensão social e as ações sociais do Estado em regiões mais pobres. As palavras do general Villas Boas representam um exemplo vindo de uma grande autoridade militar (a maior do Exército) de que o combate à violência não se resume a ações visíveis. E é também um recado que nos conforta, mostrando uma coisa que já sabíamos, mas que talvez muitos ainda não percebessem. Felizmente, as nossas Forças Armadas e, em especial, o Exército, não se resumem a “bolsonaros”. Se o Estado, efetivamente, não atender às necessidades básicas da população, não haverá intervenção que acabe com a violência. Palavras do general…

ESTAMOS NA “TORCIDA ARCO-ÍRIS”

marielle vascomarielle flumarielle flamengoNa gíria do futebol, “torcida arco-íris” é a designação dada à união de várias torcidas contra uma outra equipe, e isso já se deu e ainda se dá, em diversas ocasiões. Mas hoje eu quero falar de uma outra “torcida arco-íris”, na qual eu me incluo. Falo das homenagens à vereadora Marielle vindas dos estádios de futebol no Rio de Janeiro. Isso mostra que o sentimento de indignação chegou até em campos, supostamente não envolvidos em política, como clubes de futebol e suas torcidas, o que mostra o clamor do povo pela rigorosa apuração e punição dos bandidos que assassinaram a vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Pedro Gomes.

No domingo, dia 18, a equipe do Vasco entrou no gramado do Engenhão portando uma faixa com os dizeres “Somos todos Marielle e Anderson”. No Fla-Flu de ontem, também no Engenhão, as duas torcidas homenagearam a vereadora brutalmente assassinada. A torcida do Flamengo exibiu uma faixa que mostrava o rosto de Marielle e os dizeres “Marielle presente”. Já a torcida do Fluminense exibiu a faixa com a mensagem “Marielle vive”. Outras manifestações idênticas foram registradas por várias outras torcidas e clubes pelo Brasil afora.

Essas manifestações mostram que as homenagens vão além de qualquer conteúdo ideológico. Ninguém pode chamar os clubes ou suas torcidas de “esquerdistas”. As homenagens vindas dos estádios, gramados e das torcidas mostram a indignação do povo com o bárbaro assassinato, que representou uma grave ameaça ao já combalido estado democrático de nosso país. As torcidas dos vários clubes representam também, fora do espectro político, um “arco-íris” na busca da Justiça que ceifou a vida e os sonhos da vereadora Marielle e do motorista Anderson. Nessa verdadeira “torcida arco-íris”, onde também estamos, ficamos no anseio de que o prisma da justiça decomponha a luz que representa Marielle e Anderson, nunca deixando desbotar ou manchar as verdadeiras cores da democracia.

FASCISTAS FANTASMAS E “FAKE NEWS”

fantasma fascista

fake news

Luciano Ayan é o administrador do site direitista “Ceticismo Político”. O site é especialista em lançar fake news e criar um ambiente de discórdia nas redes sociais. Luciano Ayan é um fascista. Mas, como muitos outros, ele é um fascista fantasma. Ele não aparece, ninguém sabe como ele é. Ninguém jamais o viu, nem em fotos. Porém, o seu site aí está, emitindo links de notícias falsas que procuram agredir as esquerdas.

Na semana que passou, o ódio figadal dos ultra-direitistas, levaram “muitos doentes com cérebros de Feliciano” a compartilharem as mais absurdas injúrias contra a vereadora Marielle Franco. E um dos grandes responsáveis por essa disseminação de mentiras contra Marielle foi o site “Ceticismo Político”, do fascista invisível Luciano Ayan. A Universidade Federal do Espírito Santo, através do seu Laboratório de Estudos Sobre Imagem e Cibercultura rastreou as fake news contra Marielle, desde suas origens. O estudo da Universidade mostrou que que o site do fascista invisível foi um dos grandes responsáveis por essa disseminação criminosa, incluindo-se aí a absurda acusação de que Marielle tinha ligações com Marcinho VP e a organização criminosa Comando Vermelho.

Porém, o fascista fantasma, Luciano Ayan, não está sozinho nessa sanha criminosa e estúpida contra Marielle. Ele agiu em conluio com a organização neofascista MBL (Movimento Brasil Livre), o grupo ultra-direitista que apóia o dono da Riachuelo, Flávio Rocha, para Presidente da República. Poucas horas após o site “Ceticismo Político” ter lançado no Facebook a fake news “Marielle se envolvia com bandidos e era cadáver comum”, os fascistas do MBL repassaram a horrenda calúnia, fazendo com que a absurda acusação contra a vereadora assassinada se expandisse de forma aterrorizante, inclusive por pessoas cônscias (porém, cheias de ódio) de que a notícia era falsa.

As buscas que vem sendo feitas para identificar os criminosos que difamaram Marielle na internet ainda continuam, mas a Universidade Federal do Espírito Santo já deu uma grande contribuição na caçada desses bandidos virtuais com ódios reais. Há o fantasma do “Ceticismo Político”, que de cético ele nada tem. Ele é um fascista dogmático. E o MBL também deve ser investigado. A organização direitista já vem, há tempos, disseminando falsas informações para atacar os movimentos sociais, desde quando eram aliados de Dória. Eles agora são financiados pelo dono da Riachuelo, Flávio Rocha. Parece que o “fascismo de grife” chegou ao MBL. Tudo muito dentro do esperado. Li recente entrevista em que Flávio Rocha mostra gostar muito de camisas apertadas e pretas. Camisas pretas? Xiiii!! Isso lembra a Itália de 1922. E não é fake news.