O BOTA-ABAIXO FASCISTA DO CRIVELLA

quiosques da vila kennedyVila Kennedy é um bairro pobre da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, para onde ocupantes de comunidades que se estabeleceram na zona sul foram removidos com as obras do governador fascista Carlos Lacerda nos anos 1960. Local de gente simples, pobre e trabalhadora. Nesta semana, no dia Internacional da Mulher, soldados do Exército distribuíram flores para as mulheres, durante uma das operações militares da intervenção feita naquela região. Porém, no dia seguinte, Crivella, o pastor destruidor de sonhos e de vidas, ordenou o massacre dos comerciantes. A Guarda Municipal e a Secretaria de Ordem Pública, com violência e truculência, derrubaram 30 quiosques e barracas de pessoas que, há anos, viviam honestamente daquele comércio. Crivella, assim, segue a tradição de Pereira Passos, Lacerda e outros gestores especializados em massacrar a população pobre.

A operação da Prefeitura é mais uma das muitas ações anti-povo de Crivella, o pastor diabólico que é o terror de servidores municipais, ambulantes e trabalhadores humildes. Foi revoltante ver o desespero dos moradores e trabalhadores da região ao verem a escavadeira derrubar aquilo que era o ganha-pão deles.

No Rio, parece que uma velha história se repete, sempre com o mesmo enredo e personagens: os governantes derrubam os sonhos e a vida dos trabalhadores. Foi assim no início do século XX com Pereira Passos, que também derrubou quiosques de pessoas humildes para abrir a Avenida Central, atual Rio Branco. Foi assim no início dos anos 1960 com Lacerda, o então governador udenista que removeu comunidades de áreas nobres confinando-as em regiões longínquas. Foi assim com Cesar Maia, que sugeriu jogar creolina nos moradores de rua. E agora Crivella, o pastor diabólico, derrubando o meio de vida de trabalhadores da Vila Kennedy.  Ontem Crivella levou o inferno para o povo sofrido e trabalhador da Vila Kennedy. E não adianta o Prefeito agora usar a sua tática “morde-assopra” e pedir desculpas. Ele é o responsável por mais esta ação facínora contra a população pobre e trabalhadora do Rio de Janeiro.

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