O PARCEIRO ESCRAVISTA DE BOLSONARO

bolsonaro e moisés rivaldoDesde ontem vem sendo divulgada a notícia de que a Polícia Federal prendeu, preventivamente, o candidato de Bolsonaro ao Senado em 2018, Moisés Rivaldo Pereira. Segundo as investigações, o parceiro do militar neofascista explora ouro de forma ilegal e predatória na região de Lourenço, município de Calçoene,  no Amapá. E, como se não bastasse, submete os trabalhadores do garimpo a condições de trabalho semelhantes à escravidão, inclusive com o uso de substâncias altamente tóxicas, como o mercúrio. Por incrível que possa parecer, Moisés Rivaldo foi promotor de Justiça e atualmente ocupa o cargo de Secretário de Educação no Estado do Amapá.

Moisés Rivaldo, apesar de sérias acusações de crimes contra o meio ambiente, já foi candidato a vereador pelo PV (Partido Verde). Também já pertenceu ao PSDB. Atualmente no PSC (Partido Social Cristão), é o candidato de Bolsonaro a senador pelo Amapá. Ele apresenta-se como um “homem de Deus”.

Por detrás do aliado de Bolsonaro, existe uma quadrilha cujos investigados são acusados, dentre outros, dos crimes de corrupção, crimes ambientais, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e exploração de trabalho escravo.

Pela relevância do cargo para o qual o Sr. Moisés Rivaldo tem o apoio de Bolsonaro, esse criminoso fartamente tipificado seria, em potencial, um ministro de Bolsonaro. Será que para o Meio Ambiente ou para os Direitos Humanos?

Cabe ainda uma pergunta ao Sr.  Bolsonaro em relação ao seu candidato ao Senado: Bandido bom, nesse caso, também é bandido morto?

 

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