ARY BARROSO, A TECNOLOGIA E O DRONE DO GRÊMIO

download (2)ESPN, no site e no seu canal de TV, noticiou o polêmico recurso de espionagem feito pelo Grêmio. Segundo a matéria, a comissão técnica, incluindo o técnico Renato Gaúcho, sabiam de uma pessoa contratada pelo clube gaúcho que usava câmeras escondidas em cima de árvores e até um drone para espionar treinos secretos de adversários durante o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e a Libertadores.

Na verdade, quem acompanha futebol sabe que isso é tão antigo quanto o próprio esporte. Só que agora a tecnologia chegou. Sou do tempo dos “olheiros” do futebol (que ainda não acabaram). Eles assistiam “peladas” nas várzeas para descobrir novos talentos e levá-los para um clube. Mas eles tinham outras funções. Muitas vezes os “olheiros”, sabe-se lá como, conseguiam entrar no clube adversário e assistir aos treinos, levando todas as informações do adversário. A mídia, de um modo geral, tem esse comportamento e, às vezes, gaba-se de ter conseguido filmar um “treino secreto” de um clube e até da seleção brasileira.

Isso começou nos anos 40, com Ary Barroso, o radialista mineiro que era flamenguista e tocava a sua gaita sempre que o Flamengo fazia gol. Só quando o Flamengo fazia gol. Por causa das provocações, ele foi proibido de entrar em São Januário. Então, subiu em uma árvore para transmitir o jogo. Muitas vezes, a mídia usou de brechas para filmar treinos secretos e causou grande polêmica e indignação.

Agora, a tecnologia chegou na espionagem do futebol. Coisa que, repito, sempre existiu. Parece que tanto a mídia como os tradicionais “olheiros” estão sentindo-se como os taxistas em relação à Uber.  Ou como os fotógrafos em relação ao Instagram.

Acho que os jornalistas não terão seus empregos ameaçados (ainda). Mas tudo leva a crer que a tendência é eles perderem o monopólios dos “furos” de revelarem algo até então secreto. Até porque o drone não é uma ferramenta tecnológica cara.  Houve quem falasse que que esse negócio de “tecnologia de espionagem” deveria ser regulamentado no futebol. Como? Se ainda nem conseguimos regulamentar a tecnologia nos próprios jogos e temos visto os mesmos serem decididos com gols de mão, em impedimento e de bolas que não entraram no gol?

O futuro certamente vai muito além do que podemos imaginar hoje. Tem sido assim em quase todos os ramos. Parece que o futebol caminha para algo semelhante a um grande vídeo-game. E não duvidem se, em um futuro próximo, os satélites substituírem os drones e levarem o treino de um time ao vivo para a concentração do adversário…

JUSTIÇA E O NOCAUTE DA ALERJ

download (3)Não sei se algum magistrado leu nosso blog no dia de ontem. Mas se leu, acredito que a nossa coluna intitulada “ALERJ  e o nocaute da Justiça” deve ter mexido com o seu brio, com a sua honra. Isso porque o contra-ataque da Justiça foi fulminante.

Ontem, quatro dias depois da vergonhosa sessão da ALERJ, que, como muito bem disse o desembargador federal Paulo Espírito Santo, “resgatou” Picciani, Albertassi e Paulo Melo, o Tribunal Regional Federal da 2a. Região anulou as decisões da mesma e determinou a volta dos três bandidos à prisão.

E, para coroar a reação da Justiça, no dia de hoje o casal de ex-governadores Garotinho e Rosinha também tiveram suas prisões decretadas. Formação de quadrilha, corrupção, uso de dinheiro ilegal para campanhas eleitorais e até a utilização de um “braço armado” levou a Polícia Federal a prender o casal Garotinho, que pertence a uma facção criminosa rival à facção de Picciani. A prisão de Garotinho e de sua mulher foi marcada por uma premonição e por uma ironia. A premonição foi a sua declaração quando soube da volta de seu inimigo Picciani e sua quadrilha à prisão. Segundo o que se noticiou, Garotinho teria dito: “ainda não terminou A faxina.” A ironia: Garotinho é torcedor declarado do Goytacaz e a operação que o prendeu recebeu o nome de “Caixa d’Água”. Lembrando que “Caixa d’Água” era a alcunha do falecido presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, Eduardo Viana, torcedor do Americano, arquirrival do Goytacaz em Campos.

Segundo a defesa de Garotinho, seu cliente corre risco de vida na prisão em Benfica, pois Picciani havia jurado Garotinho de morte com um “tiro na cara”. Mas Garotinho foi mesmo é para Benfica. Não sabemos como será o encontro das quadrilhas rivais no mesmo presídio.

O que sabemos é que o Rio de Janeiro, tradicional na vanguarda política, dormirá hoje com três ex-governadores presos. Deveriam ser quatro, se não fosse a proteção dada pelo golpista Temer ao Gato Angorá, quando lhe conferiu o status da imunidade. Mas o povo, esse sim, pode insofismavelmente dizer: “a faxina só está começando!”

 

A “BLACK FRIDAY” DO TEMER

liquidação do guanabaraO governo Temer acabou. Vê se dá para entender: o governo acabou, mas ele ficará no cargo até 31 de dezembro de 2018. Ele, um corrupto. E refém de um Congresso corrupto. Mas parece que, mesmo com seu governo acabado, ele, para cumprir seus compromissos feitos por ocasião do golpe quer, a todo custo, aprovar a criminosa reforma da previdência. Que ele e seus defensores dizem que acabará com os privilégios. Os juízes estão de fora da reforma. Os militares estão de fora da reforma. Os parlamentares também estão de fora. Mas a reforma “acabará com os privilégios”. É o que sempre diz o Henrique Meirelles com a sua inconfundível voz de bêbado. Será que dá para notar que a maldita reforma tem por meta atacar os de sempre para manter os privilégios dos de sempre?

São necessários 308 votos dos 513 na Câmara dos Deputados. O golpista sabe que não os têm. Então, com o desembarque certo de alguns partidos, como o PSDB (que ainda vai ter a cara de pau de dizer que não participou desse governo), além de ministros que serão candidatos e terão que se desincompatibilizar, o clima é de final de festa. Mas ele quer dar o golpe final, que é acabar com a previdência. Incluindo funcionários públicos (exceto juízes e militares). Seria um regime único (mas sem juízes e militares). Começou, então,  a “balck friday” de cargos, como Ministérios e Secretarias. Claro que, quem for candidato em 2018, não vai querer dizer que participou desse governo criminoso, golpista e impopular. Então, Temer está jogando os cargos ao avanço. E o “centrão” lá está. Temer aceita tudo. Venha quem vier, desde que lhe dê votos no Congresso.  E o “centrão” também.  Em se tratando de cargos, eles comem até migalha de pão dormido.  Parece o supermercado Guanabara em dia de promoção. Já tem até fila na porta do golpista.

As grandes negociatas já foram feitas, quando Temer comprou votos de parlamentares-empresários dando-lhes lautas anistias fiscais para livrar-se das duas denúncias. E, diga-se de passagem, muitos dos deputados se venderam assim, pois suas empresas são grandes devedoras do INSS. E aí esses mesmos caras vêm dizer que “a Previdência está falida.” Agora, é a hora da queima de estoque, ou seja, cargos que quase ninguém mais quer.

O objetivo é aprovar a reforma da previdência até dezembro. Falta um mês para o recesso parlamentar e o tempo é curto. Então, está na hora da “black friday”. Cargos a rodo estão sendo oferecidos por Temer, visando garantir os 308 votos para liquidar com o direito à aposentadoria dos brasileiros. Temer sabe que, terminando o ano, a partir de 2018 aqueles que poderiam dar-lhes os votos estarão em campanhas. Muitos dos que serviram ao governo golpista dirão até que nem conhecem o Temer. E ainda teremos a Copa do Mundo. O tempo é curto. É a liquidação total do governo golpista. E o seu “black friday” poderá significar o “game over” do sagrado direito à aposentadoria.

ALERJ E O NOCAUTE DA JUSTIÇA

poder judiciário nocauteadoA libertação dos três bandidos da quadrilha PMDB/Cabral/Picciani pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro não foi apenas mais uma porrada no povo do nosso Estado. Aliás, a população do Rio de Janeiro vem sendo, há muito, atacada por essa Casa que, do povo, nada tem há muito tempo. A ALERJ, como instituição, e não apenas os 39 cúmplices que que voltaram a favor da soltura dos três bandidos conseguiu, em poucas horas, nocautear a Justiça por três vezes.

O primeiro nocaute foi a votação em si. Depois de terem suas prisões decretadas pelo Tribunal Regional Federal por unanimidade (o placar foi de 5 X 0), mediante provas robustas, a ALERJ, em tempo recorde, convoca uma sessão extraordinária em plena sexta-feira de feriadão.  E, por 39 votos a 19, desautoriza a decisão do Judiciário. Os cúmplices dirão que havia o prazo para a sessão acontecer. Mas, e se fosse algo de interesse do povo, a mobilização e empenho de suas excelências seriam iguais?

O outro nocaute foi o não cumprimento de uma ordem judicial, expedida pela Juíza Ana Cecília Argueso Gomes de Almeida, da 6a. Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, que obrigava a mesa diretora a abrir as galerias para que o povo a elas tivesse acesso. A oficial de Justiça que levava a ordem foi barrada e, claramente, percebeu-se uma manobra da mesa, presidida pelo deputado-apresentador-sensacionalista Wagner Montes, para que o recebimento da ordem judicial fosse procrastinado, permitindo-se assim que, nesse tempo, deputados cúmplices ordenassem os funcionários da Casa a ocuparem os lugares que seriam do povo. A ordem não foi cumprida e o povo não foi permitido de ter acesso à “sua Casa”.  Outra porrada no Judiciário.

O terceiro  nocaute foi o cumprimento da soltura dos três bandidos, que não chegaram a ficar nem 24 horas presos. E eles sabiam disso. Quando Picciani, Albertassi e Paulo Melo se entregaram à Polícia Federal, na véspera da vergonhosa sessão da ALERJ, eles já tinham certeza do desdobramento dos fatos. Os três se entregaram quase que ao mesmo tempo. Foi um teatro muito bem ensaiado. Consumada a votação da vergonha, era a hora de levar os bandidos de volta para seus lares. Porém, o alvará de soltura só pode ser emitido pelo Judiciário. E nem isso aconteceu. A ALERJ, atropelando mais uma vez a Justiça e usurpando o seu poder, mandou buscar os três meliantes simplesmente sem alvará de soltura expedido pela Justiça.  Mais uma porrada humilhante no Poder Judiciário.

No fim, a imagem de um dos chefões da quadrilha, Jorge Picciani, degustando um saboroso vinho em sua luxuosa mansão. Agora, um pedido de “licença” para defender-se e também ao seu “filhinho” que (ainda) não tem os privilégios que a nossa lei dá a  bandidos engravatados. Durante sua licença, ele vai articular politicamente, realizar contatos e tentar fazer com que a coisa caia no esquecimento,  para voltar em fevereiro de 2018 mais forte do que nunca. Isso se a Justiça deixar. Será que teremos o quarto nocaute? Mas se isso acontecer, ainda restam as eleições de 2018. Aí, caberá ao povo, nas urnas, tomar vergonha na cara e dar a Picciani  o nocaute que ele, sua quadrilha e seus 39 comparsas merecem.

AS TERCEIRAS VIAS

teerceira viaO ano praticamente terminou e só se fala, na política, de 2018. Tudo indica que, apesar de seus evidentes crimes, Temer completará o mandato tungado pelo golpe. Sangrando, mas terminará. Nada mais ocorrerá de novidade relevante até as eleições, com exceção da criminosa Reforma da Previdência que ele quer, a todo custo, ter em sua folha corrida. Mas ele sabe que não terá os 308 votos, apesar de o balcão de compra e venda nunca se fechar em seu governo corrupto.

Em relação às eleições, o PSDB entrou na maior enrascada de sua vida. Hoje eles sabem, embora não admitam, que a aventura golpista em que entraram foi uma “furada”. E ainda há quem queira desvincular os tucanos do governo Temer. Elio Gaspari, em “O Globo”, diz em sua coluna de hoje que “O PSDB corre o risco de ficar com o mico de Temer . Corre o risco?  Ora, faça-me o favor! O partido está implodido e nenhum de seus possíveis candidatos consegue emplacar nas pesquisas. Serra, como um legítimo ET, desapareceu. Alckmin não se manifesta.  Dória foi balão japonês.  E Aécio morreu.

A eleição está polarizada entre a centro-esquerda, com Lula,  e a ultra-direita, com Bolsonaro. Lula só não estará no segundo turno se for preso. E seus adversários e inimigos sabem disso. Já Bolsonaro não terá como esconder seu passado terrorista e de indisciplina militar. Na vida política há décadas, nem o seu mandato é credencial. Não teve qualquer projeto relevante apresentado. Angariou eleitorado com o discurso “brucutu”. Pensa que governar um país é o mesmo que dar ordens em um quartel. Representa aquilo que chamamos de “direita escrota”.

Diante desse quadro, alguns grupos buscam uma “terceira via”. E o que percebemos nessa busca é que um quesito tem sido fundamental: uma “terceira via” alternativa a esta polarização teria que estar fora da “contaminação política”. Nomes de “administradores”, “empreendedores”, “aquilo que represente o novo”, e por aí vai.

Mas uma coisa parece bem clara nesses projetos de busca por uma “terceira via”. Eles procuram alguém que possa disputar com Lula um eventual segundo turno e que entre na mesma fatia do eleitorado do petista. Em outras palavras, alguém que tenha potencial para tirar votos de Lula, com um discurso que até seja bem parecido, embora em outros tons. Ou então alguém que tirasse votos de Lula, a ponto de realinhar a distribuição e garantir dois candidatos de direita no segundo turno. E aí o Bolsonaro poderia ser o “boi de piranha”. A direita o levaria para o segundo turno para derrotá-lo logo em seguida. Parece que Joaquim Barbosa e Luciano Huck seriam alguns desses nomes.

O ex-Ministro e ex-presidente do STF,  Joaquim Barbosa,  preencheria esses requisitos. Tem uma biografia imaculada e tornou-se conhecido no julgamento de figurões da política. Tem um perfil legalista e vem de fora do mundo político. Porém, está negociando com o PSB, partido que, segundo ele, “não tem dono”. É um partido cuja trajetória, especialmente nos últimos vinte anos, tem sido muito contraditória. Mas partido para ele é o de menos. As “terceiras vias” que surgem têm como lastro os seus próprios nomes.

A outra alternativa é o “narigudo global”, a quem sempre chamei de “ressurreição de Sílvio Santos”. Huck entraria no jogo para cumprir um papel semelhante ao que o “homem do Baú” cumpriria em 1989. Huck tem se reunido com Dória, com empresários, mas não tem uma definição partidária. Lembrando que ele nunca teve nada de “apolítico”. Sempre foi tucano e aecista, mas evidentemente não é essa a imagem que irá querer passar em uma eventual candidatura.

Tudo isso faz parte do jogo político. Se querem alijar o Lula dessa forma, é do jogo político. Até a entrada em cena do apresentador global faz parte. Só não vale sequestrar empresário, prender os sequestradores e vesti-los com a camisa do PT

 

CONHEÇA A NOSSA BANDEIRA

bandeira do brasilbandeira do impérioHoje é o “Dia da Bandeira”. Foi em 19 de Novembro de 1889 que o então Governo Provisório da República, chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca, publicou o decreto que oficializou nossa atual bandeira.

Embora a atual bandeira seja republicana, ela simboliza predominantemente duas monarquias. O verde não representa as matas, e sim a Casa Imperial de Bragança, de Portugal, à qual pertencia D. Pedro I. O amarelo não representa o ouro e sim a Casa Imperial de Habsburgo, da Áustria,  à qual pertencia a Princesa Leopoldina, com quem D. Pedro I se casou. E as duas cores já estavam presentes, no mesmo formato, na Bandeira do Império. Os republicanos conservaram o retângulo verde e o losango amarelo que simbolizavam a união das monarquias portuguesa e austríaca. Tiraram apenas o brasão do Império, substituindo-o pelo globo estrelado, que representa o céu visível no Rio de Janeiro no dia 15 de Novembro de 1889, local e data da Proclamação da República.

O lema “Ordem e Progresso” , em letras de cor verde, é de inspiração positivista. A frase é do filósofo francês augusto Comte e foi incluída no pavilhão por sugestão de Benjamim Constant, professor da Escola Militar e fervoroso adepto do pensamento positivista de  Comte.

Recentemente, o designer Hans Donner propôs que a bandeira passasse a ter tons degradê e que fosse acrescida a palavra “Amor” ao “Ordem e Progresso”. A proposta de inclusão da palavra “Amor” faria o pensamento de Comte ficar completo em nossa bandeira, pois o lema do positivismo de Comte era “O amor como princípio, a ordem como base e o progresso como fim.” 

Já houve quem propusesse a inclusão da palavra “Deus” em nossa bandeira. Mas o Estado (ainda) é laico. Nem na bandeira do Império, quando o Estado não era laico, havia a palavra “Deus”.

As estrelas da bandeira representam as unidades da Federação. Hoje, são 27 ( os 26 Estados e o Distrito Federal). Quando é criado um novo estado, uma comissão de astrônomos deve estudar o mapa celeste do dia 15 de Novembro de 1889 para decidir sobre a estrela que será incluída. Os diferentes tamanhos das estrelas referem-se às suas respectivas grandezas astronômicas.

Apesar de ser a “bandeira republicana”, vemos que nossa bandeira é mais monárquica. E faz alusão a Portugal, Áustria e a um filósofo da França. Mas o céu, este ninguém tasca: é o do Rio de Janeiro!

 

RASGANDO A REVISTA “ÉPOCA”

PEDRO PAULO RASGA A REVISTA ÉPOCAA revista Época é um dos tentáculos do “Império Globo”.  Defende e elogia o governo golpista de Temer. Seus articulistas, em especial o Sr. Guilherme Fiúza, esbanjam um ódio gratuito contra as esquerdas em geral e contra os movimentos sociais populares. Na edição desta semana, em seu Editorial, a revista elogia o governo golpista de Temer, dizendo que “a economia começa a melhorar.”  Com medida que faz vistas grossas ao trabalho escravo, com o fim da CLT, com cortes absurdos em saúde, tecnologia, educação. Com redução do aumento do já combalido salário-mínimo. Mas eles dizem que está melhorando.

Guilherme Fiúza, em sua coluna, vomita ódio até contra os professores. Tudo normal vindo de quem vem. A revista dessa semana disse até que Aécio estava “brincando” quando falou ao telefone que mataria seu primo, caso o delatasse. Brincando???

Eu rasgo esta mídia nojenta!